quarta-feira, 1 de outubro de 2014

COMUNICADO AOS VIGILANTES DA EMPRESA DE SEGURANÇA GP DE NITERÓI E REGIÕES



A diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e Regiões (SVNIT) através do Presidente Claudio Vigilante e do 1º Secretario Eduardo de Carvalho esteve  hoje dia 01/010/14, reunidos na parte da manha, na Sede da Empresa GP para tratar de assuntos concernentes aos descontos que a empresa vinha realizando sem a comprovação devida.
Conforme informamos aos companheiros encaminhamos um oficio para a direção da GP cobrando que apresentasse documentos que comprovassem que os débitos nos contracheques dos Vigilantes eram devidos..

A empresa na data de hoje nos apresentou alguns documentos referentes às datas e meses dos descontos informando o que era, e quando foi depositado na conta do vigilante da nossa região, e nos informou ainda que o quantitativo de vigilantes atingidos pelos descontos foram 34.

Solicitamos a direção da empresa que nos fornecesse a relação e os documentos dos vigilantes que comprovavam os descontos e também cobramos da empresa a devolução dos valores descontados do tíquete refeição e de passagem.

O Srº. Confucio informou a diretoria do Sindicato que estará indo sexta feira a São Paulo e vai conversar com a presidência da empresa e trará os documentos que comprovam os descontos, e também a informação sobre o reembolso dos valores do tíquete refeição e passagem que foram descontados dos trabalhadores e que eles tem direito.
Precisamos que todos os Vigilantes apresentem ao Sindicato SVNIT os recibos assinados desde março até agora e que comprovam quando foram informados pela empresa e os valores descontados.

Portanto estamos marcando uma reunião com os vigilantes atingidos pelos descontos para o dia 11 de outubro de 2014 (Sábado)  as 09 horas na sede do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e Regiões, situado a Rua Marques de Paraná nº 143 centro de Niterói (enfrente ao Corpo de Bombeiros), quando estaremos apresentando os documentos que serão entregues ao sindicato e a resposta sobre as devoluções dos valores que foram descontados a titulo de tíquete refeição e passagem.

EM TEMPO:
SABENDO DA REUNIÃO DA DIREÇÃO DA GP COM O NOSSO SINDICATO, O SINDICATO DOS VIGILANTES DO RIO MANDOU SEUS DIRETORES NA EMPRESA COM O OBJETIVO DE ATRAPALHAR A NOSSA REUNIÃO, MAIS A DIREÇÃO DA EMPRESA FOI CORRETA, A REUNIÃO ERA CONOSCO NÃO TINHA PORQUE DEIXÁ-LOS PARTICIPAR.

POR ISSO QUE SEMPRE DISSEMOS O SINDICATO DO RIO SÓ VIVE A REBOQUE DO SINDICATO DE NITERÓI E REGIÕES.

A Diretoria do SVNIT.

domingo, 28 de setembro de 2014

Sindicatos de luta começam a repudiar decisão do MTE

O Secretário de Relações do Trabalho, Manoel Messias, ligado a membros da CUT Nacional e atendendo a interesses de pessoas poderosas, suspendeu o registro da CNTV, uma entidade séria combativa e que ao longo dos seus 22 anos sempre esteve à frente dos interesses dos trabalhadores no Brasil e fora dele.

Hoje, um grupo de pessoas se une, inclusive com pessoas que nunca foram vigilantes, com quem criou, em seu Estado, dois pisos para os vigilantes, com o objetivo de atender aos interesses dos empresários. Este mesmo grupo tenta a todo custo criar outra Confederação, para atender, novamente, aos interesses dos Patrões. Não vamos deixar acontecer! Já estamos tomando todas as medidas jurídicas e políticas possíveis para mostrar que a CNTV e os Sindicatos sérios do nosso País não vão abaixar a cabeça para essa falta de respeito para com a nossa categoria.

Os empresários não encontraram na CNTV apoio para atender os seus interesses. É este o motivo da criação de uma nova confederação. A coincidência interessante é que o endereço onde eles estão era a Sede Nacional da Associação das Empresas de Segurança com sede em Brasília. O Sindicato dos Vigilantes de Niterói e Regiões vai cobrar uma posição do Presidente Nacional da CUT sobre essa situação, uma vez que o Sr. Manoel Messias, hoje Secretário de Relações do Trabalho, tem apoio de parte da direção Nacional da CUT, se intitula Cutista e toma uma decisão dessas, prejudicando mais de DOIS MILHÕES de vigilantes no país. Como pode uma pessoa que se diz CUTISTA tomar uma decisão de suspender um Registro Sindical de uma Entidade séria que, além de ser filiada à CUT, tem uma história em defesa do Trabalhador?

A CNTV está incomodando a muitos empresários e aos seus defensores. A CNTV esteve à frente de várias conquistas, e a última foi o adicional de 30% de periculosidade para toda a categoria. Hoje, quando a CNTV lança a luta pelo Piso Nacional dos Vigilantes de R$ 3 mil, e a campanha começa a crescer no meio da categoria, vem o Sr. Messias atendendo a interesses escusos e suspende o registro Sindical da CNTV.

Não adianta! A campanha do Piso Nacional já foi lançada pela CNTV! Sabemos que quem quer destruir a CNTV é contra o Piso Nacional.

Por isso, pedimos aos companheiros que continuem firmes no propósito de lutar por um Piso Unificado e a nossa proposta é de R$ 3 mil. É uma pena que o MTE esteja contra os trabalhadores e a representação Sindical.

Trabalhador, contamos com você!


Fonte: Svnit

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Carta ao Movimento Sindical


CNTV programa ato pelo Piso Nacional em Brasília


A direção da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) já está articulando um grande ato em Brasília pelo Piso Nacional dos Vigilantes. A data ainda não foi definida e os sindicatos estão sendo consultados e mobilizados.

O autor do Projeto de Lei (PL) 4238/2012, senador Marcelo Crivella, já deu a deixa, em reunião promovida pelo Sindicato do Município do Rio de Janeiro. Segundo publicado no site da entidade, Crivella afirmou que a luta dos trabalhadores da segurança privada pelo piso nacional é viável, basta que haja a mobilização da categoria em todo o país. Ele conclamou os vigilantes a lutarem pelo Piso Nacional como os PMs lutam pelo mesmo motivo, através da PEC 300. “O projeto do piso nacional é a PEC 300 dos vigilantes”, ressaltou.

O deputado relator da Comissão Especial que discute o PL, Nelson Pelegrino (PT/BA) e o presidente da Comissão se propuseram a mediar uma negociação com o patronato sobre o PL em questão. Até mesmo os patrões já disseram, na audiência pública realizada no dia 10 de junho, que topam negociar uma proposta de piso nacional e sem graduação de risco.

A experiência de mobilizar e negociar as melhores propostas para os trabalhadores quer seja na mesa de negociação com os patrões, quer seja no próprio legislativo, já fez e ainda faz parte da história de lutas da CNTV. O caso da periculosidade é um grande exemplo. Ele foi iniciado na Câmara como Risco de Vida e negociado no Senado para Periculosidade, com reflexos em todos os ganhos do vigilante (hora extra, adicionais, férias, 13º, etc), e transformado em lei há dois anos.

Os contra

De quem não se esperava, partiu o principal ataque contra a campanha do Piso Nacional: um grupo de sindicalistas quer dividir a categoria.

Em um documento assinado em nove de junho, afirmam bobagens do tipo: o projeto dos patrões de vigilância (o senador Crivella é dono de qual empresa?); o projeto é eleitoreiro (a primeira versão dele é de 2010. Sendo assim, o PL da periculosidade também era eleitoreiro?); propõe realizar um grande seminário para definir a pauta dos trabalhadores (enquanto isso, vamos permitir que os patrões joguem solto na Câmara e aprovam um piso rebaixado?); propõem que o piso seja igual ao maior do Brasil (hoje é de R$1.575,39, em Brasília). Aqui está a resposta: isto tudo que consta no documento significa lutar por um piso menor para não incomodar ao patrãozinho.

Alguns dirigentes mais espertos já pularam fora deste engodo, como a Federação do RJ. Antes, estavam junto, mas na semana passada levou o senador Crivella ao sindicato e aprovou apoio ao PL. Mas a principal resposta está vindo da categoria. Esta, não tem rabo preso, não tem medo do patrão e sabe que a luta se constrói na lição do poeta Vandré: “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”.


Fonte: CNTV

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

NOTA DE REPÚDIO DO SINDICATO SVNIT CONTRA O ATO DO MTE

O Secretario de Relações do Trabalho Manoel Messias ligado a membros da CUT Nacional e atendendo a interesses de pessoas poderosas, suspende o registro da CNTV, uma Entidade seria combativa e que ao longo dos seus 22 anos de vida sempre esteve a frente dos interesses dos trabalhadores no Brasil e fora dele.
Hoje quando um grupo de pessoas se unem inclusive com pessoas que nunca foi Vigilante na vida e a pessoas que no seu Estado criou 02 pisos para o vigilantes com o objetivo de atender aos interesses dos empresários, tentam a todo custo criar uma outra Confederação para atender aos interesses dos Patrões, mais isso não vamos deixar acontecer, já estamos tomando todas as medidas jurídicas e políticas possíveis para mostrar para essas pessoas que a CNTV e os Sindicatos sérios do nosso País não vai abaixar a cabeça para essa falta de respeito para com a nossa categoria.
Os empresários não encontraram na CNTV apoio para atender os seus interesses, por isso esse grupo criou uma outra Confederação e a coincidência interessante é que o endereço onde eles estão era a Sede Nacional da associação das Empresas de Segurança com sede em Brasília.
O Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões, vai cobrar uma posição do Presidente Nacional da CUT sobre essa situação, uma vez que o Srº Manoel Messias que hoje é o Secretario de Relações do Trabalho e que tem apoio de parte da direção Nacional da CUT se intitula Cutista toma uma decisão dessa prejudicando mais de 2 milhões de vigilantes no País.
Como pode uma pessoa que se diz CUTISTA tomar uma decisão de suspender um Registro Sindical de uma Entidade seria que além de ser filiada a CUT tem uma historia em defesa do Trabalhador.
A CNTV esta incomodando a muitos empresários e as pessoas que defendem eles, a CNTV teve a frente de varias conquistas, e a ultima foi os 30% de periculosidade para toda a categoria, hoje quando a CNTV lança a luta pelo Piso Nacional dos Vigilantes de 3 mil, e a campanha começa a crescer no meio da categoria, vem o Srº Messias atendendo a interesses e suspende o registro Sindical da CNTV, mais isso não vai ficar assim os Sindicatos sérios do nosso Pais e que estão filiados a CNTV vão se unir ainda mais para combater essas pessoas e não deixar que elas prejudiquem a nossa categoria.
Não adianta a campanha do Piso Nacional foi lançada pela CNTV, sabemos que essas pessoas que querem destruir a CNTV são contra o Piso Nacional, por isso pedimos aos companheiros que continuem firmes no propósito de lutar por um Piso Unificado e a nossa proposta é de 3 mil.
É uma pena que o Ministério do Trabalho esteja contra os trabalhadores e a representação Sindical, Porque suspender um registro Sindical de uma entidade atuante e que representa mais de 2 milhões de vigilantes do País é coisa para se pensar, e ainda com a assinatura de uma pessoa que se intitula Cutista.
Na ditatura militar o governo interviu cassando dirigentes sindicais mais eles nunca cassaram a representação Sindical.
FERNANDO HENRIQUE usou o Exercito para intimidar os Petroleiros e usou o TST para instituir multas Milionárias, demitiu quase 200 trabalhadores dirigentes sindicais, mais manteve o direito sagrado na constituição e na CLT que permiti a representação Sindical.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Tentativa de golpe contra quem luta pelos trabalhadores do Brasil: Vai ter resistência!

Uma Confederação Sindical que mostrou competência, coragem e compromisso com os vigilantes brasileiros e seus sindicatos; que tem liderado as principais conquistas da categoria, como a reblindagem dos carros fortes, coletes balísticos e a estrondosa conquista da Periculosidade; que logo em seguida, inicia outra campanha pelo piso nacional de 3.000, precisa ser parada. Esta tentativa de golpe foi desferida contra a CNTV. O Diário Oficial de hoje (23) publicou despacho do Secretario de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (TEM) Manoel Messias Melo suspendendo o registro sindical da CNTV até que seja comunicado e reconheça a sua adequação.

Não é à toa que paralelo a este golpe é tentada a criação de outra Confederação, que herda o mesmo endereço em Brasília, a mesma estrutura de onde, até poucos dias atrás, funcionava uma Associação Nacional de patrões, a ABSEPS. Esta “confederação”, inclusive, é contra a campanha do piso nacional de R$ 3 mil, não aceita o diálogo direto com os Sindicato e com os trabalhadores, mas tão somente com federações – algumas delas que não representam ninguém e são somente meio de vida e negócio de alguns sanguessugas e pelegos.

O que o MTE fez hoje foi SUSPENDER (leia bem: suspender, e não cancelar, ou cassar) a representação da CNTV sem nenhum amparo legal. Para confirmar, basta pesquisar na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) e na Constituição Federal. Não há informação alguma que sustente a suspensão desta representação. A preocupação do MTE deveria ser em cassar o registro de entidades fantasmas que extorquem a categoria suprimindo seus direitos e sem ter representatividade alguma. AS PORTARIAS NÃO PODEM SUPRIMIR A LEI.

A CNTV tem história e vai resistir. Com registro sindical ou sem registro sindical a luta vai continuar. As providencias jurídicas e a mobilização na base já estão na ordem do dia.

Quem luta pelos vigilantes, quem tem lado, não foge da trincheira!  


Fonte: CNTV

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Senador Crivella assume o compomisso de ajudar na alteração do projeto de Lei de sua autoria.



SENADOR CRIVELLA NÃO COMPARECE AO ATO DO LANÇAMENTO DO PISO NACIONAL DOS VIGILANTES EM NITERÓI, MAIS ASSUME COMPROMISSO DE AJUDAR NA ALTERAÇÃO DO PROJETO 4238/2012, PASSANDO PARA 3 MIL REAIS.

Companheiros Vigilantes do Estado do Rio de Janeiro, mais uma vez o Sindicato dos Vigilantes do Rio de Janeiro vem a reboque do Sindicato SVNIT.
No ultimo sábado dia 13/09/14 os Sindicatos de Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e regiões, Petrópolis e regiões, e de Duque de Caxias decidiram com o apoio da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), e a Federação Interestadual dos Vigilantes (Fevig), lançar o Piso Nacional de 3 mil em Niterói.
Tivemos a presença de dezenas de Vigilantes do Rio de Janeiro e de outros estados como Brasília, Bahia, Goiânia e São Paulo além da presença marcante do presidente da nossa Confederação Nacional dos Vigilantes o Vigilante José Boaventura.
Com o Objetivo de prejudicar o nosso evento o Presidente e o Vice do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio que não São Vigilantes, levaram ao Sindicato do Rio no dia 12/09/14 o Senador Crivella, tudo isso para que o mesmo não pudesse comparecer ao nosso evento do Lançamento do Piso Nacional.
Mais o tiro saiu pela culatra, o que queríamos do Senador Crivella era que assumisse o compromisso de nos ajudar na alteração do projeto de lei 4238/2012 de a sua autoria passando para 3 mil reais, e o objetivo foi alcançado.
Leiam abaixo na integra a fala do senador Crivella.

O Senador Crivella reconhece que as alterações feitas pelos Senadores são inadequadas, mas acredita que trabalhando junto com a categoria é possível melhorar a proposta e principalmente aprova-la na Câmara. Para Crivella os trabalhadores da segurança privada representam um efetivo maior que os das Polícias Estaduais juntas e, portanto podem conquistar mais esse direito no Congresso. Quanto ao boato de que seu Projeto reduz o piso do vigilante, o candidato explicou que isso não tem fundamento, pois a Constituição brasileira proíbe a redução de salários no país e a proposta do Projeto é ser um piso mínimo, devendo em cada Estado a categoria lutar por um valor ainda maior através das negociações salariais. Disse ainda que a luta dos trabalhadores da segurança privada pelo piso nacional é viável, basta que haja a mobilização da categoria em todo o país. O Senador Crivella ainda conclamou os vigilantes a lutarem pelo Piso Nacional como os PMs lutam pelo mesmo motivo, através da PEC 300. “O projeto do piso nacional é a PEC 300 dos vigilantes”, Ressaltou o senador Crivella.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Vigilantes lançam campanha pelo Piso Nacional de R$ 3.000 no Estado do Rio

Os vigilantes do Estado do Rio de Janeiro lançaram no último sábado (13), em Niterói, a campanha pelo Piso Nacional de R$ 3.000 para a categoria. O encontro aconteceu na Câmara de Vereadores e contou com a presença do presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), José Boaventura, da vereadora de Niterói , Verônica Lima (PT), do vereador de São Gonçalo, José Carlos Vicente, de dirigentes dos sindicatos de Barueri (SP), Goiânia (GO), Distrito Federal, Mesquita e Nilópolis, Itaguaí e Seropédica e Itaperuna, Sindicato dos Bancários de Niterói e dezenas de trabalhadores. O ato foi organizado pela CNTV e os Sindicatos dos Vigilantes de Niterói e região, Petrópolis e região e Duque de Caxias.

No evento foram discutidos os rumos da categoria e os próximos passos para a mobilização em torno da campanha pelo piso unificado. Uma moção foi aprovada pelo plenário como apoio dos vigilantes do Estado do Rio de Janeiro ao Piso Nacional dos Vigilantes.

Caravanas de diversas cidades tomaram o as galerias da Casa Legislativa como: Petrópolis, Duque de Caxias, Niterói, São Gonçalo, além de vários vigilantes da cidade do Rio de Janeiro e de outros municípios da Baixada Fluminense.

Piso Unificado de R$ 3.000

O valor de R$ 3 mil está inserido no plano de lutas de confederações e sindicatos e leva em consideração estudo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos,) desgaste físico e mental resultado da atividade desenvolvida, entre outros fatores que apontam o valor como o mínimo justo para a categoria.


Os Sindicatos convocam a categoria a se mobilizar pela aprovação do Projeto de Lei 4238/2012 do Senador Marcelo Crivela (RJ). O PL apresentado pelo Senador em 2012 foi aprovado no Senado com uma proposta de três pisos (de acordo com o grau de risco – máximo, médio e mínimo, nos valores de R$ 1.100, 950 e 800, respectivamente). Agora está na Câmara dos Deputados, que constituiu em maio último uma Comissão Especial. No dia 10 de junho a Comissão realizou uma audiência publica, com a nossa presença e a dos patrões. Os sindicatos defendem um piso único sem distinção de grau de risco. Os patrões até disseram já concordar com um piso nacional e único (sem variação de grau de risco), ficando o valor para a negociação na Câmara.

WMC Assessoria de Comunicação