sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Senador Crivella assume o compomisso de ajudar na alteração do projeto de Lei de sua autoria.



SENADOR CRIVELLA NÃO COMPARECE AO ATO DO LANÇAMENTO DO PISO NACIONAL DOS VIGILANTES EM NITERÓI, MAIS ASSUME COMPROMISSO DE AJUDAR NA ALTERAÇÃO DO PROJETO 4238/2012, PASSANDO PARA 3 MIL REAIS.

Companheiros Vigilantes do Estado do Rio de Janeiro, mais uma vez o Sindicato dos Vigilantes do Rio de Janeiro vem a reboque do Sindicato SVNIT.
No ultimo sábado dia 13/09/14 os Sindicatos de Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e regiões, Petrópolis e regiões, e de Duque de Caxias decidiram com o apoio da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), e a Federação Interestadual dos Vigilantes (Fevig), lançar o Piso Nacional de 3 mil em Niterói.
Tivemos a presença de dezenas de Vigilantes do Rio de Janeiro e de outros estados como Brasília, Bahia, Goiânia e São Paulo além da presença marcante do presidente da nossa Confederação Nacional dos Vigilantes o Vigilante José Boaventura.
Com o Objetivo de prejudicar o nosso evento o Presidente e o Vice do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio que não São Vigilantes, levaram ao Sindicato do Rio no dia 12/09/14 o Senador Crivella, tudo isso para que o mesmo não pudesse comparecer ao nosso evento do Lançamento do Piso Nacional.
Mais o tiro saiu pela culatra, o que queríamos do Senador Crivella era que assumisse o compromisso de nos ajudar na alteração do projeto de lei 4238/2012 de a sua autoria passando para 3 mil reais, e o objetivo foi alcançado.
Leiam abaixo na integra a fala do senador Crivella.

O Senador Crivella reconhece que as alterações feitas pelos Senadores são inadequadas, mas acredita que trabalhando junto com a categoria é possível melhorar a proposta e principalmente aprova-la na Câmara. Para Crivella os trabalhadores da segurança privada representam um efetivo maior que os das Polícias Estaduais juntas e, portanto podem conquistar mais esse direito no Congresso. Quanto ao boato de que seu Projeto reduz o piso do vigilante, o candidato explicou que isso não tem fundamento, pois a Constituição brasileira proíbe a redução de salários no país e a proposta do Projeto é ser um piso mínimo, devendo em cada Estado a categoria lutar por um valor ainda maior através das negociações salariais. Disse ainda que a luta dos trabalhadores da segurança privada pelo piso nacional é viável, basta que haja a mobilização da categoria em todo o país. O Senador Crivella ainda conclamou os vigilantes a lutarem pelo Piso Nacional como os PMs lutam pelo mesmo motivo, através da PEC 300. “O projeto do piso nacional é a PEC 300 dos vigilantes”, Ressaltou o senador Crivella.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Vigilantes lançam campanha pelo Piso Nacional de R$ 3.000 no Estado do Rio

Os vigilantes do Estado do Rio de Janeiro lançaram no último sábado (13), em Niterói, a campanha pelo Piso Nacional de R$ 3.000 para a categoria. O encontro aconteceu na Câmara de Vereadores e contou com a presença do presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), José Boaventura, da vereadora de Niterói , Verônica Lima (PT), do vereador de São Gonçalo, José Carlos Vicente, de dirigentes dos sindicatos de Barueri (SP), Goiânia (GO), Distrito Federal, Mesquita e Nilópolis, Itaguaí e Seropédica e Itaperuna, Sindicato dos Bancários de Niterói e dezenas de trabalhadores. O ato foi organizado pela CNTV e os Sindicatos dos Vigilantes de Niterói e região, Petrópolis e região e Duque de Caxias.

No evento foram discutidos os rumos da categoria e os próximos passos para a mobilização em torno da campanha pelo piso unificado. Uma moção foi aprovada pelo plenário como apoio dos vigilantes do Estado do Rio de Janeiro ao Piso Nacional dos Vigilantes.

Caravanas de diversas cidades tomaram o as galerias da Casa Legislativa como: Petrópolis, Duque de Caxias, Niterói, São Gonçalo, além de vários vigilantes da cidade do Rio de Janeiro e de outros municípios da Baixada Fluminense.

Piso Unificado de R$ 3.000

O valor de R$ 3 mil está inserido no plano de lutas de confederações e sindicatos e leva em consideração estudo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos,) desgaste físico e mental resultado da atividade desenvolvida, entre outros fatores que apontam o valor como o mínimo justo para a categoria.


Os Sindicatos convocam a categoria a se mobilizar pela aprovação do Projeto de Lei 4238/2012 do Senador Marcelo Crivela (RJ). O PL apresentado pelo Senador em 2012 foi aprovado no Senado com uma proposta de três pisos (de acordo com o grau de risco – máximo, médio e mínimo, nos valores de R$ 1.100, 950 e 800, respectivamente). Agora está na Câmara dos Deputados, que constituiu em maio último uma Comissão Especial. No dia 10 de junho a Comissão realizou uma audiência publica, com a nossa presença e a dos patrões. Os sindicatos defendem um piso único sem distinção de grau de risco. Os patrões até disseram já concordar com um piso nacional e único (sem variação de grau de risco), ficando o valor para a negociação na Câmara.

WMC Assessoria de Comunicação








quarta-feira, 10 de setembro de 2014

ESCLARECIMENTOS PARA OS VIGILANTES DE NITEROI E REGIÕES.

RESPOSTA PARA O SINDICATO DOS VIGILANTES DO RIO. E ESCLARECIMENTO PARA OS COMPANHEIROS VIGILANTES. (MENTIRA TEM PERNA CURTA).
Quando não se preocupa com a categoria algumas pessoas que nem vigilante é, tentam denegrir a imagem das pessoas serias se baseando em situações que não são verdadeiras E O MAIS INTERESSANTE ELES NÃO ESTAVAM LÁ.
O desespero deles é que não foram indicados para estar onde conseguimos chegar, o Sindicato Svnit tem estado em todo o momento ao lado da categoria.
Os fatos apresentados pelo Sindicato dos Vigilantes do Rio não são como esta sendo relatado no Site do Sindicato do Rio.
A empresa errou como muitas empresas erram também aqui no RIO, só que essa empresa tem 2 mil vigilantes todos trabalhando nos postos de serviço, e com o cancelamento da referida empresa nós teríamos todos os 2 mil companheiro de Pernambuco desempregados e com isso mais de 8 mil pessoas que são os dependentes estariam passando necessidades.
Além disso pasmem companheiros o dono da empresa sairia ileso pois não tem nenhum processo contra ele, a outra mentira que o Sindicato do Rio produziu foi que o houve votação e foi aprovado o cancelamento pelos demais membros da comissão, MENTIRA, A DELEGADA DA POLICIA FEDERAL NÃO COLOCOU EM VOTAÇÃO O CANCELAMENTO DA EMPRESA ELA QUE DETERMINOU O CANCELAMENTO MESMO EU COLOCANDO PRA A ELA QUE OS VIGILANTES IAM FICAR DESEMPREGADOS, A DECISÃO DE CANCELAR A EMPRESA FOI DA DRª SILVANA QUE PRESIDIU A CCASP NAQUELA OCASIÃO.
MENTIR É FEIO SER PEGO NA MENTIRA É PIOR.
Como representante da CNTV o nosso voto foi para que a empresa fosse multada em 2.500 ufir e se ela voltasse a errar novamente ai sim nós concordaríamos com o cancelamento.
O fato do Sindicato do Rio ter soltado esta nota tentando denegri a minha imagem é porque vamos lançar o Piso Nacional dos Vigilantes em Niteroi mesmo contra a vontade deles e com o apoio dos Sindicatos dos Vigilantes de Duque de Caxias e de Petrópolis, Itaguai, Mesquita e Nilópolis e o Sindesverj, e ainda teremos vigilantes de vários Estados presentes, além da CNTV que esta organizando o evento teremos também a Federação Interestadual dos Vigilantes presente.
O que acontecerá no próximo dia 13/09/14 em Niteroi  poderia ter sido realizado no Rio mais eles não esta nem ai para a categoria e quando se veem encurralados e sem projetos ficam tentando denegri a imagem das pessoas, a nossa diretoria é composta de vigilantes enquanto no Rio temos o presidente e o vice do Sindicato que nem vigilante são.
Não tenho receio de criticas mais até porque ela poder ser construtiva, mais aceitar que pessoas que não tem nenhum compromisso com a categoria venham tentar denegri a minha imagem isso eu não aceito. O meu posicionamento na CCASP  foi garantir de imediato os empregos dos companheiros, até porque o fato que aconteceu com a referida empresa de Pernambuco não era para cancelamento.
A DIFERENÇA ENTRE O NOSSO SINDICATO É O DO RIO É QUE NÃO CONCORDAMOS EM FAZER HOMOLOGAÇÕES SEM OS VIGILANTES RECEBER AS VERBAS RESCISÓRIAS E ELES FAZEM.
UMA OUTRA COISA INTERESSANTE QUE ACONTECE O SINDICATO DO RIO SE APROPRIOU DE UMA MATÉRIA QUE FOI GANHA NA JUSTIÇA DO TRABALHO CONTRA A CJF E O BANCO DO BRASIL E DIVULGOU NO SITE DELES MAIS NÃO TEVE A CORAGEM DE DIZER QUE QUEM GANHOU NA JUSTIÇA FOI O JURÍDICO DO SINDICATO DOS VIGILANTES DE NITERÓI E REGIÕES.
FINALIZANDO QUERO DIZER PARA OS VIGILANTES DA MINHA BASE TERRITORIAL QUE ENQUANTO ELES FICAM TENTANDO DENEGRI A MINHA IMAGEM EU TRABALHO PARA A CATEGORIA, ISSO ME ANIMA E ME DA MAIS GÁS PARA ATUAR, COMO  PRESIDENTE DO SINDICATO DOS VIGILANTES DE NITERÓI E REGIÕES EU VISITO OS POSTOS DE SERVIÇO E CONVERSO COM OS VIGILANTES SOBRE OS PROBLEMAS QUE ELES ESTÃO SOFRENDO, E O BANDEIRA! QUANDO FOI QUE ELE APARECEU NUM POSTO DE SERVIÇO?, PENSEM NISSO COMPANHEIROS, PORQUE SERÁ QUE ELES E ESTÃO ME ATACANDO. SO JOGAM PEDRA EM ARVORE QUE DÁ FRUTO, MAIS, COLOCO TUDO NAS MÃOS DE DEUS.

CLAUDIO VIGILANTE
PRESIDENTE DO SINDICATO.

sábado, 6 de setembro de 2014

ATRASO FREQUENTE NOS SALARIOS RENDE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS



               Um vigilante da Fortesul Serviços Especiais de Vigilância e Segurança Ltda ganhará R$ 5 mil de indenização por danos morais por ter recebido seus salários com atraso quando trabalhou para a empresa. A decisão é da Terceira Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO), que manteve sentença de primeiro grau.
                     
                     Inconformada com a decisão, a empresa recorreu e argumentou que não houve prova dos danos morais alegados pelo trabalhador. Os contracheques apresentados, no entanto, comprovaram que a empresa efetuava o pagamento dos salários com atrasos frequentes. De acordo com o relator do processo, desembargador Elvecio Moura, que acatou os fundamentos da sentença, a mora salarial contumaz provoca transtornos ao empregado causando-lhe angústia e sofrimento.

                   Segundo o magistrado, comprovada a mora salarial, presume-se a perda da capacidade de o trabalhador honrar seus compromissos. Assim, ao reconhecer a gravidade do comportamento contumaz da empresa, a Terceira Turma negou provimento ao recurso da empresa, mantendo a decisão de primeiro grau.

Fonte: JusBrasil

LANÇAMENTO DA CAMPANHA DO PISO NACIONAL PARA OS VIGILANTES DE 3.000 MIL EM NITEROI / RJ

OS SINDICATOS DE VIGILANTES DE NITERÓI, SÃO GONÇALO E REGIÕES (SVNIT), PETRÓPOLIS E REGIÕES E DE DUQUE DE CAXIAS, FEDERAÇÃO INTERESTADUAL DOS VIGILANTES (FEVIG) E A CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS VIGILANTES (CNTV) CONVIDAM:

Todos os Vigilantes para participar do Ato de Lançamento do Piso Nacional dos Vigilantes que será realizado no dia 13/09/14 em Niterói na Câmara de Vereadores de Niterói, endereço Av. Ernani do Amaral Peixoto 625 Centro de Niteroi.
 
Contamos com a presença de todos os Vigilantes para que possamos dar mais uma partida em grande estilo para mais uma vitória como foi a luta pelos 30% DE PERICULOSIDADE.
 
Já temos confirmado a presença de alguns Vigilantes de Outros Estados e dos Sindicatos de Vigilantes de Nilópolis e Mesquita, Sindicato de Itaguaí e Seropédica e o Sindesverj.

Atenciosamente,

A diretoria do Sindicato SVNIT 




quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Sindicatos se reúnem com vice de Crivela no Rio para debater Piso Nacional dos Vigilantes

A luta pelo Piso Nacional dos Vigilantes já está a todo vapor também no Estado do Rio. Nesta quarta-feira (03), os presidentes do Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região, Cláudio Vigilante, Duque de Caxias, Carlos Gil, e Petrópolis e região, Adriano Linhares, além do vice-presidente do SVNIT, Paulo Henrique, se reuniram com General José Alberto da Costa Abreu, candidato a vice-governador do Rio na chapa de Marcelo Crivela.

O objetivo do encontro foi apresentar ao Senador Crivela, que é autor do Projeto de Lei 4238/2012 que tramita no Congresso Nacional e versa sobre o piso da categoria, porém dividido em três níveis de profissionais, a necessidade de um único piso unificado de R$ 3.000 conforme campanha lançada pela Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e sindicatos e federações filiadas.

Diante da demanda apresentada pelos dirigentes sindicais, o General se comprometeu a levar o assunto ao conhecimento do Senador para análise da proposta da categoria. Um novo encontro deve ser agendado para os próximos dias diretamente com Crivela.

O PL apresentado pelo Senador em 2012 foi aprovado no Senado com uma proposta de três pisos (de acordo com o grau de risco – máximo, médio e mínimo, nos valores de R$ 1.100, 950 e 800, respectivamente). Agora, está na Câmara dos Deputados que constituiu em maio último uma Comissão Especial. No dia 10 de junho a Comissão realizou uma audiência publica, com a nossa presença e a dos patrões. Os patrões até disseram já concordar com um piso nacional e único (sem variação de grau de risco), ficando o valor para a negociação na Câmara.

A CNTV e Sindicatos de luta, de pronto, apresentaram a proposta de R$ 3.000, baseado no estudo do Dieese, que aponta este valor como mínimo ideal e em Congressos da categoria. O Presidente desta Comissão Especial é um Deputado patrão de Sergipe, mas o Relator (o cargo mais importante neste tipo de comissão) o Deputado NELSON PELEGRINO (PT/BA) tem fortes ligações com os vigilantes, pois já foi advogado do Sindicato da categoria na Bahia e se propôs a mediar esta negociação entre empregada x patrão na Comissão.

Willian Chaves - Imprensa Sindical RJ



segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Ataques a bancos crescem 9,1% e somam 1.693 no primeiro semestre

Os ataques a bancos alcançaram 1.693 ocorrências em todo país no primeiro semestre de 2014, uma média assustadora de nove casos por dia, o que representa um crescimento de 9,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Desses, 403 foram assaltos (inclusive com sequestro de bancários e vigilantes), consumados ou não, e 1.290 arrombamentos de agências, postos de atendimento e caixas eletrônicos. No primeiro semestre de 2013, foram registrados 1.552 ataques, sendo 433 assaltos e 1.119 arrombamentos.


Os dados são da 7ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos, elaborada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e Federação dos Vigilantes do Paraná (Fetravisp), com apoio técnico do Dieese, a partir de notícias da imprensa, estatísticas disponíveis de secretarias de segurança pública dos estados e informações de sindicatos e federações de vigilantes e bancários de todo o país. O presidente do SVNIT, Cláudio Vigilante, participou do lançamento nesta segunda-feira (25) em São Paulo.

O levantamento contou com apoio do Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região, Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região e da Fetec-CUT/PR. O número de casos certamente foi ainda maior devido à dificuldade de levantar informações em alguns estados e pelo fato de que muitas ocorrências não são divulgadas pela imprensa nem registradas pelos bancos.

A pesquisa foi lançada nesta segunda-feira (25), na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, com a presença de dirigentes das entidades e do Dieese. 

São Paulo é o estado que mais uma vez lidera o ranking, com 403 ataques. Em segundo lugar aparece de novo Minas Gerais, com 236, em terceiro o Paraná, com 182, em quarto o Rio Grande do Sul, com 125, e em quinto a Bahia, com 120.

A região Sudeste segue com o maior número de ataques (691), seguida do Nordeste (454), Sul (392), Norte (84) e Centro-Oeste (72). 

Bancários e vigilantes cobram medidas de prevenção

A CNTV, a Contraf-CUT e a Fetravisp irão encaminhar cópia da pesquisa para o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e para a Polícia Federal, reiterando a necessidade de discutir medidas para prevenir ataques a bancos e proteger a vida das pessoas. 

"Cobramos providências das autoridades para evitar mortes e reduzir os ataques a bancos, que ocorrem, sobretudo, por negligência dos bancos, uma vez de que eles preferem fazer a gestão do lucro em detrimento da proteção da vida de trabalhadores e clientes", afirma o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro.

"Esperamos que esses dados mostrem aos bancos a importância de apresentar propostas de segurança na mesa de negociações da Campanha Nacional dos Bancários 2014, que ocorre nesta quarta e quinta-feira, dias 27 e 28, em São Paulo", completa o dirigente da Contraf-CUT.

"Exigimos também a responsabilização civil e criminal dos executivos dos bancos e das empresas de segurança, que são responsáveis pela insegurança nas agências e postos de atendimento, pois essa situação de mortes e ataques não pode ser banalizada, mas precisa ser enfrentada com ações concretas que coloquem a vida das pessoas em primeiro lugar", reforça o presidente da CNTV, José Boaventura Santos.

"Os bancos não podem continuar tratando os arrombamentos como problema de segurança pública, uma vez que acontecem por causa das instalações vulneráveis de seus estabelecimentos e dos locais inseguros onde se encontram os caixas eletrônicos", salienta Boaventura.

"Esses dados são muito importantes para o debate com os bancos, as empresas de segurança e a sociedade, bem como para a construção com avanços do projeto de lei de estatuto de segurança privada, que se encontra em elaboração no Ministério da Justiça, para atualizar a lei federal nº 7.102/83", destaca o presidente da Fetravisp, João Soares.

"O aumento de ataques a bancos, principalmente arrombamentos, no primeiro semestre deste ano, tem a ver com a onda de explosões de caixas eletrônicos, muitos instalados em locais inseguros e desprovidos de equipamentos de segurança", explica João Soares. "O Exército precisa melhorar a fiscalização e o controle de transporte, armazenagem e comércio de dinamite", defende.

Escassez de investimentos dos bancos

Conforme estudo feito pelo Dieese, com base nos balanços publicados do primeiro semestre de 2014, os cinco maiores bancos (Itaú, Bradesco, BB, Caixa e Santander) lucraram R$ 28,3 bilhões e aplicaram R$ 2,4 bilhões em despesas com segurança e vigilância, o que representa uma média de 8,6% na comparação entre os lucros e os gastos com segurança. 

"Os bancos falam que estão preocupados com a segurança, mas gastam muito pouco diante de seus lucros estratosféricos", salienta o secretário de Imprensa da Contraf-CUT e coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária, Ademir Wiederkehr.

"Está na hora de os bancos passarem a olhar as despesas de segurança e vigilância como investimentos, ao invés de custos que podem ser reduzidos. A proteção da vida das pessoas não pode ficar no discurso. Precisamos de medidas concretas de prevenção, pois a vida é o patrimônio mais valioso que existe na face da terra", ressalta Ademir.

Número de assaltos é o dobro da estatística da Febraban

O número de assaltos da pesquisa é 2,16 vezes maior que a estatística nacional de assaltos da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Enquanto a pesquisa da Contraf-CUT, CNTV e Fetravisp aponta 403 ocorrências no primeiro semestre deste ano, a Febraban apurou 186 no mesmo período, uma diferença de 217 casos.

"A Febraban deveria refazer as contas, pois é uma grande diferença. Pode ser que existam agências e postos que não providenciaram a emissão do Boletim de Ocorrência (BO) na polícia, apesar da obrigatoriedade prevista na cláusula 31ª da convenção coletiva dos bancários", alerta Carlos Cordeiro.

"Queremos que os bancos enviem uma cópia do BO para a Cipa, o sindicato local e a Contraf-CUT, a fim de que possamos fiscalizar o registro dos ataques", reivindica o presidente da Contraf-CUT.

"Lamentamos que a Febraban não divulgue estatística dos arrombamentos. Esses crimes revelam que as instalações dos estabelecimentos são frágeis e, por isso, geram medo e insegurança, sendo que várias vezes os ataques provocam tiroteios e até mortes de policiais e transeuntes", destaca Boaventura. 

32 mortes em assaltos envolvendo bancos no 1º semestre

Outro diagnóstico da violência nos bancos é a recente pesquisa nacional sobre mortes em assaltos envolvendo bancos, elaborada pela Contraf-CUT e CNTV a partir de notícias da imprensa, com apoio técnico do Dieese. 

No primeiro semestre de 2014, o levantamento apurou a ocorrência de 32 assassinatos, média de cinco vítimas fatais por mês, um aumento de 6,7% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registradas 30 mortes. 

São Paulo é o estado que liderou novamente a pesquisa com 12 mortes, o que representa 38,7% dos casos. Rio de Janeiro (4), Pernambuco (3), Minas Gerais (2), Paraná (2), Goiás (2) e Paraíba (2) são os estados que vêm em seguida.

O crime da "saidinha de banco" aumentou ainda mais a liderança entre os tipos de ocorrências, tendo provocado 20 mortes, o que representa 62,5% dos casos. O assalto a correspondentes bancários segue em segundo lugar, agora ao lado dos ataques a caixas eletrônicos, ambos com 4 mortes, o que significa 12,5% das vítimas fatais. Depois, vem mortes em assaltos a agências (3) e transporte de valores (1). 

Assim como cresceram as mortes em "saidinha de banco", aumentaram também os clientes como as maiores vítimas. Do total, 22 pessoas eram clientes, o que significa 68,8% dos assassinatos. Em seguida vêm policiais (2), vigilante (1) e outras pessoas (7), muitas vítimas de balas perdidas em tiroteios.

"Os bancos gastam milhões de reais em marketing para tentar melhorar a sua imagem e a estética das agências, mas não se preocupam com as pessoas que estão morrendo em assaltos envolvendo bancos, o que é inaceitável. O setor mais lucrativo do país está devendo contrapartidas sociais para a sociedade brasileira", critica João Soares.

Multas da Polícia Federal provam que bancos descumprem legislação

O descaso dos bancos é ainda mais evidente diante das multas aplicadas pela Polícia Federal nas reuniões da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP) da Polícia Federal (PF).

No primeiro semestre deste ano, os bancos foram multados em R$ 5,585 milhões por descumprimento da lei federal 7.102/83 e de normas de segurança. As principais infrações dos bancos foram a ausência de plano de segurança aprovado pela PF, número insuficiente de vigilantes, alarme inoperante e utilização de bancários para transporte de valores, dentre outras irregularidades.

Propostas dos vigilantes e bancários para garantir segurança

- Porta giratória com detector de metais antes da sala de autoatendimento com recuo em relação à calçada, onde deve ser colocado um guarda-volumes com espaços chaveados e individualizados;

- Vidros blindados nas fachadas;

- Câmeras de vídeo em todos os espaços de circulação de clientes, bem como nas calçadas e áreas de estacionamento, com monitoramento em tempo real e com imagens de boa qualidade para auxiliar na identificação de suspeitos;

- Biombos ou tapumes entre a fila de espera e a bateria de caixas;

- Divisórias individualizadas entre os caixas, inclusive os eletrônicos;

- Cumprimento do plano de segurança de cada estabelecimento, conforme prevê a lei nº 7.102/83, garantindo a presença de no mínimo dois vigilantes, enquanto houver bancários e clientes em agências e postos de atendimento;

- Fim da guarda das chaves de cofres e das unidades por bancários e vigilantes, ficando as chaves na sede das empresas de segurança, ou então abertura e fechamento por controle remoto;

- Proibição do transporte de valores por bancários; operações de embarque e desembarque de carros fortes somente em locais exclusivos e seguros; e fim do manuseio e contagem de numerário por vigilantes no abastecimento de caixas eletrônicos;

- Atendimento médico e psicológico para trabalhadores e clientes vítimas de assaltos, sequestros e extorsões;

- Escudos e assentos no interior das agências e postos de atendimento para os vigilantes;

- Instalação de caixas eletrônicos somente em locais seguros;

- Maior controle e fiscalização do Exército no transporte, armazenagem e comércio de explosivos;

- Isenção das tarifas de transferência de recursos (DOC, TED) para reduzir a circulação de dinheiro, a fim de combater o crime da "saidinha de banco".


Fonte: Contraf-CUT com CNTV, Fetravisp e Dieese

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Polícia Federal multa empresas de segurança em mais de R$ 750 mil e Presidente do SVNIT toma posse como representante dos vigilantes do Brasil na CCASP

Tomou posse nesta quarta-feira (20) na CCASP, em Brasília, o novo representante dos vigilantes com assento na Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), Cláudio Vigilante. Em sua primeira reunião como membro efetivo no órgão presidido pela Polícia Federal, 1856 processos foram analisados e julgados. Na 102ª reunião, 1.312 processos se referiram a empresas de segurança privada, orgânica, transporte de valores e cursos de formação. As multas somaram R$ 758.351, 08 e foram aplicadas por falhas como coletes vencidos, armamento com defeito, falta da Carteira Nacional de Vigilante (CNV), reciclagem vencida e atuação, principalmente em eventos, sem curso e registro profissional.

Cláudio Vigilante (SVNIT/CNTV), Paulo Henrique (SVNIT),
Carlos Gil (Duque de Caxias) e Adriano Linhares (Petrópolis)
Cláudio Vigilante é presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e Região (SVNIT) e Secretário Geral da Confederação Nacional dos Vigilantes. Ele foi acompanhado na reunião da Comissão pelos companheiros também diretores da CNTV, José Boaventura (presidente da entidade), Adriano Linhares (presidente do Sindicato dos Vigilantes de Petrópolis) e Carlos Gil (presidente do Sindicato dos Vigilantes de Duque de Caxias), além de Paulo Henrique, vice-presidente do SVNIT e diretor da Federação Interestadual dos Vigilantes (FEVIG).

Cláudio Vigilante (CNTV) e Lúcio Paz (Contaf-CUT)
O julgamento resultou ainda em multa de mais de R$ 6 milhões aos bancos por falhas na segurança, falta de vigilantes, de plano de segurança, transporte irregular de valores, entre outros. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) foi representada por Lúcio Paz, da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do Rio Grande do Sul (Fetrafi).

Os processos pautados foram abertos pelas delegacias estaduais de segurança privada (Delesp) da PF por descumprimento da lei federal 7.102/1983 e das portarias da Polícia Federal. Alguns deles são também fruto de denúncias dos trabalhadores e da fiscalização realizada pelos sindicatos.

“Agradeço à diretoria da CNTV por confiar em mim para substituir o presidente da entidade, José Boaventura, neste fórum. Farei o possível para defender a categoria em todos os momentos. Esse é um momento muito importante para a nossa categoria onde temos todas as chances de brigar por melhores condições de trabalho e salários. O papel da CNTV na CCASP é defender o trabalhador e o emprego. Vamos, com muita vontade, fazer valer a legislação e cobrar dos responsáveis a resolução dos problemas que encontramos no cotidiano dos vigilantes”, afirmou Cláudio.

A CCASP

A CCASP é um fórum consultivo e conta com 12 membros, sendo cinco representantes de empresas de segurança, um representante da Febraban, um representante da Contraf-CUT, um representante da CNTV, um representante da Federação dos Trabalhadores Vigilantes de São Paulo, um representante do Sindvalores-DF, um representante da PF e um representante do Exército. A Comissão julga processos abertos contra bancos, empresas de segurança privada, orgânica, transporte de valores e cursos de formação de vigilantes por descumprirem a legislação vigente sobre a segurança privada.



Imprensa SVNIT com CNTV

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Ministério do Trabalho conclui a atualização do processo eleitoral e CNTV está mais viva na luta dos vigilantes

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) validou no dia 8 de agosto em seu sistema eletrônico a ata e demais procedimentos do processo eleitoral da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), realizada no final de janeiro, seguindo o rito normativo estabelecido pelo MTE.

O registro em questão faz-se necessário para ajudar a leitura de alguns incomodados com a atuação da CNTV. É esta CNTV, representante legítima dos vigilantes do Brasil, que liderou conquistas importantes para a categoria como a reblindagem dos carro-fortes; combate ao malote de tintas; retirada de rádios dos veículos; colete como Equipamento de Proteção Individual (EPI); periculosidade com reflexo nas horas extras; férias e outros ganhos; luta contra o banco de hora; luta por emprego; valorização e respeito à categoria; entre outras.

Esta mesma Confederação que sai de uma conquista e entra em outra, agora, pelo PISO NACIONAL DE R$ 3 MIL e contra os caloteiros, incomoda muita gente, de patrões a bajuladores.

A CNTV está VIVA!


Fonte: CNTV