segunda-feira, 21 de julho de 2014

Novo jornal do Sindicato já pode ser lido também na versão online

Clique na imagem:

COMUNICADO AOS VIGILANTES DA EMPRESA CJF

A diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Niteroi e Regiões comunica a todos os vigilantes da empresa CJF que prestou serviço na Caixa Econômica Federal na nossa base Territorial, e ainda não entrou com Ação Judicial que, a partir de quarta feira dia 23/07/14 das 10 as 14 horas estaremos realizando as homologações para que os vigilantes possam sacar o FGTS, sera colocado ressalva conforme orientação do MPT de Niterói.
Agradecemos a todos os Vigilantes que aguardaram a audiência do MPT para que o assunto fosse resolvido, hoje temos o aval do MPT e estamos tranquilos para realizar as homologações. 
Aqueles companheiros que não entenderam e ate nos criticaram também poderão comparecer ao Sindicato, só gostaria de dizer que o sindicato Svnit nunca fará algo que esteja fora da lei Trabalhista a não ser que estejamos respaldados como estamos Agora.

A diretoria do Svnit.

domingo, 13 de julho de 2014

SINDICATO SVNIT FISCALIZA POSTOS DE SERVIÇO DA EMPRESA DE SEGURANÇA CENTAURO EM NITERÓI..

A Diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Niterói regiões, recebeu através do Site do Sindicato SVNIT algumas denuncias dos vigilantes do posto da UFF de que a empresa não vem cumprindo com a Convenção Coletiva de Trabalho e fornecendo material de trabalho sem condições de uso colocando em risco a vida dos Vigilantes. 

Ao chegarmos ao local conversamos com os vigilantes e detectamos que eram verdadeiras as denuncias e informamos aos companheiros que íamos tomar as devidas providencias.

 Na próxima terça feira estaremos procurando a diretoria da UFF para relatar a situação e vamos encaminha uma denuncia para a Policia Federal e para o Ministério Publico do Trabalho pedindo providencias. A empresa além de não pagar o salário em dia, não pagar a súmulas 444 ainda quer que o vigilante assuma o serviço com material de serviço danificado sem condições de uso.

Informamos ainda aos vigilantes que já entramos na justiça cobrando da empresa a multa pelo atraso dos pagamentos dos salários e também a súmula 444, hoje cada vigilante tem em torno de 50% do piso da categoria para receber a titulo de multa pelo atraso do pagamento do salário para os vigilantes que prestam serviço em Niterói e regiões e é funcionário da Centauro, e referente a súmula 444 a empresa já deve entorno de 11 feriados para cada vigilante. 

Agradecemos as companheiros que confiaram-no Sindicato SVNIT por isso estamos informando o que faremos para que os problemas possam ser resolvidos. 

A Diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões. SVNIT


sexta-feira, 11 de julho de 2014

ATENÇÃO VIGILANTES DA EMPRESA DE SEGURANÇA CJF


A diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões, convoca todos dos Vigilantes da nossa base territorial a comparecer a audiência marcada pelo Ministério Publico do Trabalho entre o Sindicato Svnit e a empresa CJF no dia 17 de Julho de 2014 com o objetivo de resolver definitivamente a situação das homologações dos Vigilantes da CJF na nossa base territorial.
Companheiros, o Sindicato SVNIT solicitou esta audiência co...m o MPT e a empresa CJF para acabar de vez com essa situação.
A empresa vem descaradamente tentando jogar os trabalhadores contra o sindicato porque nós a não concordamos em fazer as homologações sem que a empresa pague as verbas rescisórias e os 50% do FG, por outro lado a empresa alega que os vigilantes só não estão recebendo o FGTS porque o Sindicato Svnit não quer fazer porque o Sindicato do Rio esta fazendo.
Por isso e para resguardar a direção do sindicato e posteriormente não respondermos por fraude, pedimos ao MPT que decida o que poderá ser feito, por isso no dia 17 de Julho de 2014 as 14 horas, se Deus quiser esse assunto será solucionado, se o MPT autorizar a partir do dia 17/07/14 estaremos homologando todos os Vigilantes da nossa base territorial.
Segue abaixo o oficio do MPT comunicando da audiência marcando data dia e hora.

domingo, 6 de julho de 2014

PM diz que armas entraram no Maracanã por falha de empresa de segurança na calibragem de detectores de metal


Neste sábado, segundo a PM, detector de metais não apresentou problemas
Comandante do Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (Gepe), o tenente-coronel João Fiorentini Guimarães afirmou ao Jogo Extra que falhas na calibragem dos detectores de metal possibilitaram que pessoas entrassem armadas no Maracanã em três jogos da Copa do Mundo. A empresa Sunset presta o serviço de segurança nos estádios para a Fifa e é a responsável por operar os equipamentos.
— O problema é o equipamento, a sensibilidade do raio X e do detector de metal, que estava calibrado de forma errada. Estava sensível demais e não apontava a presença de armas, por isso alguns policiais de folga conseguiram passar. Tanto que depois que a falha foi detectada a revista manual passou a ser utilizada — afirmou o oficial.
Ontem, o Jogo Extra revelou que o oficial, em relatório enviado ao Ministério Público e ao comandante-geral da PM, afirmou que “as revistas apresentaram diversas falhas, permitindo que pessoas armadas entrassem no estádio sem terem suas identidades e o competente porte de arma verificado”.


De acordo com o documento, “PMs do Gepe foram abordados por policiais de folga, já no interior do estádio, que solicitavam informações sobre possível acautelamento de armas, pois estavam armados e não foram abordados pela iniciativa privada”. Os problemas aconteceram nos jogos entre Argentina e Bósnia, Chile e Espanha e Colômbia e Uruguai. Ontem, segundo ele, o problema não aconteceu.
Já o Comitê Organizador Local (COL), responsável pela contratação da Sunset para o serviço, nega os problemas nos detectores de metal. Trecho da nota enviada pelo órgão diz: “Nenhum incidente de entrada irregular de armamento nos estádios da Copa do Mundo foi registrado durante a operação. Os detectores de metal e aparelhos de raio X no Maracanã funcionam desde o primeiro jogo e auxiliaram na identificação de diversos itens proibidos”.
Fiorentini ainda afirmou que o efetivo de 1.200 seguranças privados que vem sendo empregado é baixo para a final da competição, principalmente se o jogo for entre Brasil e Argentina.
— O número de stewards é baixo para a final, um jogo que a rivalidade pode aflorar e causar problemas. Eu recomendaria também que a venda de bebidas dentro do estádio fosse suspensa em caso de Brasil e Argentina — disse o tenente-coronel.

VIGILANTE SERÁ INDENIZADO EM 15 MIL, POR TRABALHAR EM LOCAL SEM BANHEIRO

A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de recurso da Protege S.A. Proteção e Transporte de Valores por meio do qual buscava a reforma de decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ) que a condenara a indenizar em R$ 15 mil por danos morais um ex-vigilante que trabalhava em um local desprovido de sanitário.

O trabalhador descreveu em sua inicial que trabalhou para a Protege por cerca de três anos e meio. Durante diversas vezes, segundo ele, foi obrigado a prestar serviços de até 12 horas em postos desprovidos de água potável e sanitários. A empresa, por sua vez, em contestação, refutou as alegações do vigilante.

A 3ª Vara do Trabalho de Volta Redonda (RJ) observou que, em depoimento, o vigilante confirmou o que dissera na inicial, mas acrescentou que existia uma viatura da empresa à disposição para levá-lo ao banheiro quando necessário. O preposto da Protege admitiu que realmente o empregado havia trabalhado em dois postos sem banheiros, e reafirmou a existência das viaturas. Diante dos fatos apresentados, o juízo de primeiro grau julgou improcedente o pedido.

O Regional reformou a sentença e fixou a indenização em R$ 15 mil, por ficar constatado o ambiente de trabalho degradante. Segundo o acórdão, teria ficado evidenciado o dano físico causado ao trabalhador, "obrigado a conter-se até ser transportado para o local adequado".

No TST, o recurso, que teve como relator o ministro Aloysio Corrêa da Veiga, não foi conhecido, pois a decisão alegadamente divergente apresentado pela Protege não servia para confronto de teses, por tratar de hipótese em que havia restrição ao uso de banheiro para maquinista condutor de locomotiva durante viagens – situação diversa, portanto, da do caso analisado. A Turma, dessa forma, forma aplicou o disposto na Súmula nº 296 do TST, que regulamenta a admissibilidade de recurso por divergência jurisprudencial. Ficou mantida, portanto, a decisão regional pela condenação.

Fonte: Tribunal Superior do Trabalho
.
Foto: VIGILANTE SERÁ INDENIZADO EM 15 MIL, POR TRABALHAR EM LOCAL SEM BANHEIRO

A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de recurso da Protege S.A. Proteção e Transporte de Valores por meio do qual buscava a reforma de decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ) que a condenara a indenizar em R$ 15 mil por danos morais um ex-vigilante que trabalhava em um local desprovido de sanitário.

O trabalhador descreveu em sua inicial que trabalhou para a Protege por cerca de três anos e meio. Durante diversas vezes, segundo ele, foi obrigado a prestar serviços de até 12 horas em postos desprovidos de água potável e sanitários. A empresa, por sua vez, em contestação, refutou as alegações do vigilante.

A 3ª Vara do Trabalho de Volta Redonda (RJ) observou que, em depoimento, o vigilante confirmou o que dissera na inicial, mas acrescentou que existia uma viatura da empresa à disposição para levá-lo ao banheiro quando necessário. O preposto da Protege admitiu que realmente o empregado havia trabalhado em dois postos sem banheiros, e reafirmou a existência das viaturas. Diante dos fatos apresentados, o juízo de primeiro grau julgou improcedente o pedido.

O Regional reformou a sentença e fixou a indenização em R$ 15 mil, por ficar constatado o ambiente de trabalho degradante. Segundo o acórdão, teria ficado evidenciado o dano físico causado ao trabalhador, "obrigado a conter-se até ser transportado para o local adequado".

No TST, o recurso, que teve como relator o ministro Aloysio Corrêa da Veiga, não foi conhecido, pois a decisão alegadamente divergente apresentado pela Protege não servia para confronto de teses, por tratar de hipótese em que havia restrição ao uso de banheiro para maquinista condutor de locomotiva durante viagens – situação diversa, portanto, da do caso analisado. A Turma, dessa forma, forma aplicou o disposto na Súmula nº 296 do TST, que regulamenta a admissibilidade de recurso por divergência jurisprudencial. Ficou mantida, portanto, a decisão regional pela condenação.

Fonte: Tribunal Superior do Trabalho
-------------------------------------------------------------------------
Se esta informação foi útil? CURTA e COMPARTILHEM com seus amigos

Polícia Investiga Atuação de Falsos Seguranças no Centro de Niterói

  
A Rua São João, onde acusados de tentativa de latrocínio atuavam como seguranças do comércio
Foto: Bárbara Lopes / Agência O Globo
NITERÓI - A Polícia Civil investiga denúncias de que um grupo que oferece segurança particular vem coagindo lojistas a pagar pelo serviço. De acordo com o delegado da 76ª DP (Centro), Gláucio Paz, o grupo atua principalmente na região central da cidade. Um dos homens que trabalhavam como segurança, Pedro Paulo Santos, foi preso no mês passado. Contra ele havia mandado de prisão por roubo.
 Estamos procurando os comerciantes para apurar mais informações sobre as denúncias, mas tem sido um trabalho difícil. Muitos estão com medo de identificar esses seguranças e sofrerem retaliações — afirma o delegado.
Na semana passada, outros três homens foram presos enquanto trabalhavam como seguranças na Rua São João, no Centro. Cleiton Freire de Mello, Maurício Moraes de Nazareth e Maicon José Figalo são acusados de tentativa de latrocínio. A denúncia foi feita pela própria vítima, um rapaz de 20 anos que trabalha como pedreiro e sobreviveu a dois tiros disparados por um dos detidos, segundo Paz.
O delegado contou que a vítima foi abordada à noite pelos três homens, próximo ao Jardim São João. Ele fora ao local atrás de prostitutas. Os suspeitos se aproximaram para roubá-lo e encontraram R$ 2.800 com o pedreiro. Eles pegaram o dinheiro, colocaram a vítima dentro de um carro e o levaram para uma área de pouco movimento, atrás do antigo Carrefour, no Centro. O rapaz foi baleado no abdômen e, quando tentou fugir, ainda foi alvejado nas costas. O pedreiro foi abandonado no local, mas conseguiu pedir ajuda.
O crime ocorreu no dia 26 de março, mas o rapaz ficou mais de 20 dias internado no hospital sem conseguir falar. Quando se recuperou, ele nos ajudou a identificar os suspeitos — diz o delegado.
Lojas arrombadas de madrugada
Denúncias de que seguranças estariam coagindo lojistas foram feitas também durante reunião do Conselho Comunitário de Segurança de Niterói. De acordo com os relatos, comerciantes que não contratam os serviços desse grupo tiveram as lojas arrombadas durante a madrugada, mas nada de valor fora roubado, o que despertou a desconfiança de que o grupo de seguranças pudesse estar cometendo esses crimes como uma forma de pressionar os comerciantes. Segundo as denúncias, chamaram atenção casos como o do assalto a uma sapataria do Centro, em que apenas um pé de sapato foi roubado.
— Toda essa situação é decorrente da sensação de insegurança que a população de Niterói vive. O comércio de rua vem sofrendo com sucessivos assaltos. Isso gera um sentimento de medo que acaba facilitando a atuação desses falsos seguranças — afirma o presidente do Conselho Comunitário de Seguranças, Leandro Santiago.
Para ele, o município deveria regular a ação dos prestadores do serviço de segurança particular para inibir a atuação de grupos de criminosos no setor:
— Uma lei municipal poderia exigir que os vigilantes se cadastrassem na delegacia local. Acredito que isso ajudaria os comerciantes na hora de contratar esses profissionais. Vamos levar a proposta ao vereador Renato Cariello, presidente da comissão de segurança da Câmara.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Justiça manda Itaú recolocar porta giratória e vigilantes em Campinas

A juíza Roberta Confetti Gatsios Amstalden, da 4ª Vara do Trabalho de Campinas (SP), determinou ao Itaú a reinstalação de porta de segurança com detector de metais e a manutenção do serviço de vigilância na agência de negócios Fórum, em Campinas. A decisão foi tomada após julgar pedido de reconsideração apresentado pelo Itaú, que foi negado.

A magistrada observa que, ao conceder no dia 29 de maio último antecipação de tutela em ação ingressada pelo Sindicato dos Bancários de Campinas e Região determinando ao Itaú a recolocação de porta giratória e a permanência dos vigilantes na agência Botafogo (Avenida Barão de Itapura), não incluiu a agência Fórum, que se encontra na mesma situação.

Em trecho da sentença, divulgada nesta segunda-feira (30), ela diz: "Por outro lado, houve omissão no despacho de ID 3877360, já que não incluiu a obrigação de fazer quanto à agência da ré denominada "Fórum", localizada na Av. Francisco Glicério, nº 1135, cuja situação é idêntica à agência localizada na Barão de Itapura".

A exemplo da decisão referente à agência Botafogo, a juíza estabelece prazo de 20 dias para o Itaú cumprir a determinação; caso desrespeite, a multa diária de R$ 50 mil será revertida ao Centro Corsini de Campinas.

Audiência no dia 15 de julho

Confetti marcou audiência de conciliação para o próximo dia 15 de julho, ocasião em que será discutida uma solução para o problema de segurança vivido nas agências de negócios Botafogo e Fórum.

Cabe lembrar que, diante da insegurança, a agência Botafogo está com o atendimento paralisado desde o dia 13 de maio; já a agência Fórum desde o dia 19 de maio.

Ao retirar as portas de segurança nas agências de negócios Botafogo e Fórum, em Campinas, o Itaú desrespeitou a lei municipal nº 7.605/1993. Ao suspender o serviço de vigilância, tanto em Campinas quanto em Itapira, sob o argumento que não circula dinheiro em espécie nesse novo modelo de agência, o banco das famílias Setúbal, Vilella e Salles desrespeitou a lei federal nº 7.102/1983, que trata da segurança em estabelecimentos financeiros e do serviço de vigilância. Afinal, o Itaú mantém caixas eletrônicos nas chamadas agências negócios, o que representa movimentação de numerário.


Fonte: Contraf-CUT com Seeb Campinas

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Governo Federal altera Instrução Normativa e dá mais um passo contra os caloteiros


O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (Mpog) Publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (25) a Instrução Normativa (IN) nº 3, de 24 de junho de 2014, alterando a Instrução Normativa nº 2/2008. Com a alteração o governo diz que os “editais deverão conter expressamente as regras prevista Governo Federal altera Instrução Normativa e dá mais um passo contra os caloteiros neste Anexo e documento de autorização para criação da conta - deposito vinculada – bloqueada para movimentação...”.

Isto significa que, na contratação de qualquer prestação de serviço pelo governo federal que envolva mão de obra das empresas contratadas, as parcelas relativas à 13º salário, férias com 1/3, multa do FGTS (40%) e encargos sobre férias e 13º serão depositadas numa conta bloqueada e só será movimentada com autorização do contratante. A IN diz ainda que no final do contrato o saldo será liberado para a empresa, na presença do Sindicado da categoria correspondente, após comprovada a quitação de todos os encargos trabalhistas e previdenciários.

A medida agora publicada complementa a IN de 2008, que foi objeto de intensa mobilização da categoria e negociação com o então Ministro do Planejamento Paulo Bernardo.

A medida também vem no rastro das conquistas alcançadas pelos Sindicatos de Brasília e Bahia, que conseguiram aprovar leis estaduais anti-calote, bem como as instruções baixas no ano passado pelo judiciário Federal (CNJ e Justiça Federal) determinando também a retenção das verbas dos trabalhadores terceirizados.

Sem dúvida a nova IN é uma importante conquista para todos os trabalhadores terceirizados, principalmente o maior contingente contratado pelo governo federal (vigilantes, trabalhadores de limpeza), deixando para os Sindicatos a tarefa de fiscalizar a sua efetiva aplicação e o respeito aos direitos dos trabalhadores. A fiscalização começa nos editais e se conclui com a quitação e homologação das rescisões contratuais.


Parabéns aos vigilantes e a todos aos dirigentes sindicais efetivamente comprometidos com a luta da categoria, que defende de fato os direitos dos vigilantes e que combatem os patrões caloteiros e seus “compadres”.

Fonte: CNTV