sexta-feira, 6 de março de 2015

Indicado da CUT no Ministério do Trabalho tenta prejudicar os vigilantes do Brasil

O Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região (SVNIT) vem repudiar os desmandos e a perseguição do Secretário de Relações do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego, Manoel Messias, que é ligado e indicado da CUT Nacional, com o intuito de prejudicar a categoria de vigilantes de todo país.

O Sr. Messias, há algum tempo, vem postergando a publicação do registro da FEVIG -Federação Interestadual dos Vigilantes do Rio de Janeiro, Distrito Federal e Goiás, mesmo tendo a entidade cumprido todo os ritos e burocracias exigidas pelo MTE, além de entregue todas as documentações conforme determina a legislação.

Ao mesmo tempo em que o Secretário cria novas dificuldades infundadas e obscuras, já que não utiliza do dispositivo jurídico com clareza para fundamentar suas decisões, deixa clara a sua intenção em prejudicar a categoria.

Seu objetivo, que atende a interesses que todos os trabalhadores conhecem, é prejudicar a CNTV - Confederação Nacional dos Vigilantes. Esse mesmo Secretário já suspendeu, em passado recente, o registro da CNTV que é uma entidade séria e combativa e que ao longo dos seus 22 anos sempre esteve à frente dos interesses dos trabalhadores no Brasil e fora dele conquistando avanços importantes para a categoria.


Infelizmente, atualmente, existe um grupo de pessoas que se uniram no intuito de destruir a CNTV e criar uma nova entidade para usá-la em conformidade aos seus interesses, inclusive com pessoas que nunca foram vigilantes, outros que criaram em seu Estado dois pisos para os vigilantes e que agem com o objetivo de atender aos interesses dos empresários.

Ao arquivar o pedido de registro da FEVIG, Manoel Messias atenta contra toda a categoria dos vigilantes do Brasil. Por ser um indicado da CUT, o Secretário tem tomado atitudes que vão de encontro ao que prega a maior central sindical da América Latina que é a livre manifestação e liberdade sindical. A CUT foi procurada por nós e pela CNTV e não demonstrou muito interesse na permanência da categoria dentro da Central.

O Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região (SVNIT) convocará uma reunião para os próximos dias para decidir sobre a sua desfiliação da CUT, já que o interesse pela defesa dos trabalhadores vigilantes pela central não parece ser mais importante do que o interesse pessoal e do projeto político de poder de sua direção.

Os empresários não encontraram na CNTV e não encontrarão na FEVIG apoio para atender os seus interesses. A CNTV, a FEVIG e o SVNIT estão incomodando muitos empresários e seus defensores. Foram várias conquistas nessas duas décadas de trabalho em defesa da categoria.

Não adianta! Não vamos nos calar e, muito menos, voltar atrás! Acreditamos no Judiciário e, por isso, já acionamos a Justiça para as providências. A campanha do Piso Nacional está na boca dos vigilantes e não vamos retroceder. Com a união dos trabalhadores, vamos vencer.

Fonte: SVNIT
Fotos: Reprodução de vídeo do Youtube, O Fluminense e arquivo SVNIT

SVNIT é destaque na imprensa

Paralisação dos vigilantes do IML de Niterói volta a ser destaque na imprensa.


CCASP julga 1.135 processos e multas a empresas de segurança superam R$ 1 milhão


A Polícia Federal (PF) multou nesta quarta-feira (4) empresas de segurança privada, de transporte de valores, orgânicas e cursos de formação em R$ 1.329.841,95 por descumprirem a lei federal nº 7.102/83, além das portarias da PF que regem o setor. Também receberam multas 20 bancos, somando R$ 8.717 milhões. As penalidades foram aplicadas durante a 104º reunião da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), realizada em Brasília.

Foram julgados 1.335 processos, sendo 820 contra bancos e 515 contra empresas, cursos de formação e orgânicas, movidos pelas delegacias estaduais de segurança privada (Delesp). Duas empresas foram canceladas, bem como um curso de formação e uma empresa de transporte de valores.

Durante a CCASP ficou comprovado que a Transexpert, empresa de transporte de valores, utilizava o serviço de Policiais Militares (PM) para realizar este serviço em carros comuns e sem qualquer proteção. Nesta situação, dois PMs foram assassinados durante um assalto quando transportavam R$ 2 milhões. A delegada titular da Coordenação Geral de Controle de Segurança Silvana Helena Vieira Borges avaliou como “imoral” a ação da empresa. “Para tudo tem limite”, sentenciou.

A farra no transporte de valores não parou por aí. Foram julgados 88 casos da atividade sendo realizada por motoboys, colocando em risco o trabalhador e substituindo a mão-de-obra especializada dos vigilantes. Bancos brincam com a vida das pessoas.

O secretário geral da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e representante dos vigilantes na CCASP, Cláudio José, registrou a preocupação da entidade em relação à falta de compromisso dos bancos com a segurança dos clientes e funcionários. Uma agência bancária foi autuada por realizar atendimento ao público durante a greve dos vigilantes.

Cláudio cobrou ainda mais rigidez na fiscalização e aumento no valor das multas. “Se o banco entender que sem vigilante pode abrir a agência sem ser punido devidamente, vai abrir margem para que daqui a pouco nem tenha mais vigilante na instituição. É preciso punir com valores maiores”, avaliou.

As principais infrações cometidas pelos bancos foram equipamentos inoperantes, funcionamento de unidades sem plano de segurança aprovado pela Polícia Federal, número insuficiente e até ausência de vigilantes, falta de rendição de vigilantes no horário de almoço, transporte de valores feito por motoboy e cerceamento a policiais federais para fiscalizar estabelecimentos dos bancos, dentre outras.

Transporte de valores com motoboy

O Itaú foi multado em 12 processos por fazer transporte de valores acima de 7.000 UFIR para clientes em São Paulo, através da emprega Protege, que utilizou motoboy, quando deveria ter usado um veículo comum com a presença de dois vigilantes, de acordo com a lei 7.102/83.

Na defesa, o banco confessou que emitia ordens de serviço para a Protege quando era necessário levar numerário a um cliente. “Trata-se um procedimento descabido, ilegal e perigoso, que coloca em risco a vida dos motoboys”, afirma indignado Ademir Wiederkehr, secretário de Imprensa da Contraf-CUT e coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária.

“Além de utilizar motoboy afrontando a legislação e precarizando o transporte de valores, o banco que lucrou R$ 20,242 bilhões em 2014, o maior resultado do sistema financeiro no Brasil, foi novamente o mais multado com R$ 2,474 milhões, o que mostra que não age com zelo e responsabilidade em assuntos de segurança e proteção da vida de trabalhadores e clientes”, ressalta Ademir.

Posto do Bradesco na TV Globo sem vigilante

Um posto do Bradesco que “estava funcionando sem a presença de nenhum vigilante” na TV Globo, em Brasília, foi também multado. Além de não ter trabalhador para cuidar da segurança, “a resposta ao acionamento do alarme foi muito além do aceitável”.

Uma agência do Santander em Brasília foi multada porque funcionava somente com um vigilante e na hora de almoço ficava completamente desprotegida, quando a lei 7.102/83 obriga a presença de vigilantes.

E uma agência do Itaú em São Paulo foi ainda multada porque retirou a porta giratória com detector de metais, alterando o plano de segurança sem comunicar a mudança para a Polícia Federal.

“Essas infrações e outras tantas são injustificáveis diante dos lucros bilionários dos bancos”, aponta Raimundo Dantas, diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília.

“Além de apertar a fiscalização, precisamos atualizar a lei nº 7.102/83, que se encontra defasada. Esperamos avanços no projeto de estatuto da segurança privada, em elaboração no Ministério da Justiça, bem como melhorias na atualização da portaria 3233 da Polícia Federal”, defende Raimundo.


Fonte: CNTV e Contraf-CUT

quinta-feira, 5 de março de 2015

Polícia Federal multa bancos em R$ 8,7 milhões por falhas na segurança



A Polícia Federal (PF) multou nesta quarta-feira (4) 20 bancos em R$ 8,717 milhões por falhas na segurança de agências e postos de atendimento bancário, durante a 104ª reunião da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), em Brasília. O Itaú foi novamente o banco mais punido, com multas de R$ 2,474 milhões, seguido do Bradesco com R$ 1,939 milhão, do Santander com R$ 1,568 milhão, do Banco do Brasil com R$ 1,389 milhão e da Caixa Econômica Federal com R$ 564 mil.

Estiveram em pauta 822 processos contra bancos, todos movidos pelas delegacias estaduais de segurança privada (Delesp), por causa do descumprimento da lei federal nº 7.102/83 e das portarias da Polícia Federal. Além de multas, cinco agências foram interditadas. 


Também foram julgados processos contra empresas de segurança, transportes de valores e cursos de formação de vigilantes, com aplicação de multas, advertências e cassação de alvarás. A reunião foi presidida pela delegada Silvana Helena Vieira Borges, titular da Coordenação-Geral de Controle de Segurança Privada (CGCSP).

As principais infrações cometidas pelos bancos foram equipamentos inoperantes, funcionamento de unidades sem plano de segurança aprovado pela Polícia Federal, número insuficiente e até ausência de vigilantes, falta de rendição de vigilantes no horário de almoço, transporte de valores feito por motoboy e cerceamento a policiais federais para fiscalizar estabelecimentos dos bancos, dentre outras.


Veja o montante de multas por banco:


ITAÚ - R$ 2.474.912,51
BRADESCO - R$ 1.939.199,88
SANTANDER - R$ 1.568.615,35
BANCO DO BRASIL - R$ 1.389.114,45
CAIXA - R$ 564.368,85
HSBC - R$ 218.865,15
BANRISUL - R$ 168.139,51
BMB - R$ 83.004,06
CITIBANK - R$ 49.659,42
JBS - R$ 46.113,84
BRB - R$ 42.568,26
CRUZEIRO DO SUL - R$ 31.924,06
BIC - R$ 21.284,13
SAFRA - R$ 21.284,13
ALFA - R$ 21.282,00
BANESTES - R$ 21.282,00
BANIF - R$ 21.282,00
BANCO VR - R$ 14.187,65
ASTECA - R$ 10.642,06
BNB - R$ 10.001,00


TOTAL - R$ 8.717.730,29

"Essas multas revelam mais uma vez que os bancos tratam com profundo descaso a segurança dos estabelecimentos. Todas essas penalidades podiam ter sido evitadas se eles cuidassem efetivamente do cumprimento do plano de segurança das unidades e respeitassem a lei nº 7.102/83 e as portarias da Polícia Federal", afirma Valdir Machado, diretor da Fetec-CUT/SP que representou a Contraf-CUT nesta reunião da CCASP. 


"Diante dessa negligência dos bancos, temos que intensificar as denúncias junto à Delesp mais próxima das agências e postos que não cumprem a legislação federal de segurança bancária, a fim de ampliar a fiscalização da Polícia Federal para forçar os bancos a respeitar essa lei, que, embora defasada, protege a vida de trabalhadores e clientes", ressalta Valdir.

A CCASP é integrada por representantes do governo e entidades dos trabalhadores e dos empresários. A Contraf-CUT é a porta-voz dos bancários. A Febraban representa os bancos.

Foi a primeira reunião da CCASP em 2015. A próxima foi agendada para o dia 27 de maio.


Transporte de valores com motoboy


O Itaú foi multado em 12 processos por fazer transporte de valores acima de 7.000 UFIR para clientes em São Paulo, através da emprega Protege, que utilizou motoboy, quando deveria ter usado um veículo comum com a presença de dois vigilantes, de acordo com a lei 7.102/83. 


Na defesa, o banco confessou que emitia ordens de serviço para a Protege quando era necessário levar numerário a um cliente. "Trata-se um procedimento descabido, ilegal e perigoso, que coloca em risco a vida dos motoboys", afirma indignado Ademir Wiederkehr, secretário de Imprensa da Contraf-CUT e coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária.

"Além de utilizar motoboy afrontando a legislação e precarizando o transporte de valores, o banco que lucrou R$ 20,242 bilhões em 2014, o maior resultado do sistema financeiro no Brasil, foi novamente o mais multado com R$ 2,474 milhões, o que mostra que não age com zelo e responsabilidade em assuntos de segurança e proteção da vida de trabalhadores e clientes", ressalta Ademir.

Agências que funcionaram durante greve de vigilantes

Várias agências que abriram as portas sem vigilantes para atendimento ao público durante greves da categoria foram também multadas, diante do descumprimento da lei nº 7.102/83. 


"Só a ganância dos bancos explica essa prática irresponsável de abrir agências sem vigilantes durante paralisações da categoria, expondo ao risco a vida dos trabalhadores e dos clientes", critica Lúcio Paz, diretor do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e da Fetrafi-RS. 


Posto do Bradesco na TV Globo sem vigilante


Um posto do Bradesco que "estava funcionando sem a presença de nenhum vigilante" na TV Globo, em Brasília, foi também multado. Além de não ter trabalhador para cuidar da segurança, "a resposta ao acionamento do alarme foi muito além do aceitável".


Uma agência do Santander em Brasília foi multada porque funcionava somente com um vigilante e na hora de almoço ficava completamente desprotegida, quando a lei 7.102/83 obriga a presença de vigilantes.


E uma agência do Itaú em São Paulo foi ainda multada porque retirou a porta giratória com detector de metais, alterando o plano de segurança sem comunicar a mudança para a Polícia Federal.


"Essas infrações e outras tantas são injustificáveis diante dos lucros bilionários dos bancos", aponta Raimundo Dantas, diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília. 


"Além de apertar a fiscalização, precisamos atualizar a lei nº 7.102/83, que se encontra defasada. Esperamos avanços no projeto de estatuto da segurança privada, em elaboração no Ministério da Justiça, bem como melhorias na atualização da portaria 3233 da Polícia Federal", defende Raimundo.


Protesto contra insegurança no transporte de valores

Logo no início da reunião da CCASP, vigilantes que usavam camisetas pretas fizeram um protesto contra as explosões e a insegurança no transporte de valores, cobrando providências das autoridades e dos empresários. "Até quando vão ignorar as vidas perdidas nos ataques a carros fortes", questiona o jornal de quatro páginas com fotos de vigilantes mortos, que foi distribuído aos presentes pelos dirigentes da Federação dos Trabalhadores em Transporte de Valores (Fintrave).

"Estamos sendo caçados nas estradas que nem animais", advertiu Carlos José das Neves, presidente do SindValores de Brasília. "Não temos condições de fazer escolta com Fiat Uno", completou. 


"O vigilante é tratado como mercadoria e não como ser humano", afirmou Cláudio Vigilante, diretor da CNTV, salientando que vários companheiros estão sendo sequestrados e mortos. "Não temos condições de trabalhar", alertou.


O representante do Exército na CCASP, major Lopes, disse que está preocupado e que o problema dos explosivos está sendo estudado. A coordenadora da CCASP ficou de agendar uma reunião específica para discutir a segurança no transporte de valores.


Fonte: Contraf-CUT

quarta-feira, 4 de março de 2015

URGENTE! VS Brasil paga salário atrasado após pressão do SVNIT


No início da noite desta quarta-feira (04) os vigilantes da empresa VS Brasil contactaram o Sindicato para informar o pagamento do salário de janeiro. De acordo com os trabalhadores, a empresa depositou no fim do dia o salário atrasado. Sobre o tíquete refeição, a VS Brasil se comprometeu a regularizar os repasses até a próxima quinta-feira (05).


A força dos trabalhadores e do sindicato garantiram, mais uma vez, os direitos dos vigilantes.

Willian Chaves

Vigilantes cruzam os braços para cobrar salários no IML do Barreto, em Niterói


Vigilantes da empresa VS Brasil paralisaram as atividades no IML de Niterói, no Barreto, para exigir o pagamento dos salários atrasados desde o mês de janeiro. A paralisação permaneceu durante todo o dia aguardando uma comunicação da empresa, o que não ocorreu. O Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região (SVNIT) auxiliou os trabalhadores. Ao todo, 16 vigilantes estão sem salários. A paralisação vai continuar nesta quinta-feira (05) já que a empresa não efetuou o pagamento e ainda não informou uma previsão para a regularização.

O vice-presidente do SVNIT, Paulo Henrique, garantiu que a entidade vai acompanhar a manifestação dos vigilantes.

“Paralisamos as atividades hoje (quarta-feira) e voltaremos amanhã para prestar todo apoio às reivindicações dos trabalhadores. São todos pais de família e necessitam de seus pagamentos em dia. A empresa ainda não passou nenhuma informação sobre a regularização dos débitos. Infelizmente tem sido uma prática de boa parte das empresas de segurança atrasar os salários no Estado do Rio. E, por isso, temos que protestar para buscar uma solução”, frisou Paulo Henrique.


Participaram da atividade os diretores do SVNIT: Gleide Carvalho e Eduardo Carvalho.

Willian Chaves - Imprensa Sindical RJ - wmcnoticias@gmail.com

domingo, 1 de março de 2015

Vigilantes de Niterói rejeitam proposta de 8% oferecida pelos patrões

Vigilantes de Niterói e regiões rejeitaram a proposta de 8% de reajuste salarial e 25% de aumento no tíquete alimentação apresentada na última reunião realizada com o Sindesp/RJ (sindicato patronal). A categoria decidiu manter o canal de diálogo com os patrões e autorizou o sindicato SVNIT a buscar um novo índice acima do oferecido e assinar a Convenção Coletíva de Trabalho 2015-2016. A assembleia, bastante representativa e realizada na sexta-feira (27), aconteceu no auditório do Sindicato dos Bancários de Niterói.

Os vigilantes tiveram a chance de tirar todas as dúvidas com relação às negociações da campanha salarial 2015. O debate durou por mais de uma hora e meia com a palavra aberta democraticamente para todos os presentes.

Na mesa que conduziu os trabalhos, o presidente do SVNIT, Cláudio Vigilante, e o vice Paulo Henrique, apresentaram todas as propostas discutidas com os patrões e também fizeram um balanço das negociações em todo país. O diretor do Sindicato dos Bancários, Jorge Antônio Porkinho, lembrou da parceria Vigilantes e Bancários em Niterói e que hoje é repetida em todo país. Porkinho contou também como foi a mobilização dos bancários em 1995 para conquistar o salário unificado, fazendo comparativo com o início da luta dos vigilantes pelo Piso Nacional.


“O SVNIT sempre trabalhou de forma clara e democrática. Aqui o Sindicato não é comandado por profissional ou integrante de outra categoria. No SVNIT todos somos vigilantes e, por isso, sabemos o que os colegas sofrem nos seus postos de serviços e como é viver com o salário que recebemos. Essa assembleia demonstra que estamos no caminho certo e categoria deu mais um voto de confiança para continuarmos negociando. A proposta de 8% não contempla nossos anseios e já havíamos rejeitado na mesa de negociação e trouxemos para a análise dos trabalhadores. Agora vamos em busca de melhorar os índices ainda mais”, disse Cláudio.

Uma próxima reunião deverá acontecer nos próximos dias entre os sindicatos e os patrões para buscar um novo reajuste.

Texto e fotos: Willian Chaves - Imprensa Sindical RJ - wmcnoticias@gmail.com






quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Patronal desmente sindicato do Rio e confirma que só existe a proposta de 8% de reajuste para os vigilantes de todo o Estado. O SVNIT rejeita essa proposta!

Confirmando a proposta feita aos Sindicatos dos Vigilantes de Niterói e região, Duque de Caxias, Petrópolis e Região, Mesquita e o Sindicato do Estado na mesa de negociação, o Sindicato Patronal publicou uma nota nesta quinta-feira (26) no Jornal O Dia informando a categoria sobre o índice de reajuste oferecido a todos os sindicatos de trabalhadores do Estado do Rio, sem exceção.  A oferta é de 8% no salário, 25% no tíquete e 20% sobre para prestação de serviço em eventos. 

A nota desmente o que o Sindicato do Município vem divulgando afirmando que recebeu uma oferta de 10% de reajuste salarial. Não passa de uma tentativa de dividir e enganar a categoria dos vigilantes no Estado do Rio. De acordo com os empresários, em momento algum houve proposta oferecida diferente das proposições feitas aos sindicatos de Niterói e companhia. 

A diretoria do SVNIT descartou a possibilidade da categoria aceitar apenas 8% de reajuste e afirmou que vai defender que os vigilantes recusem a proposta patronal na assembleia desta sexta-feira, às 19:00hs, na sede do Sindicato dos Bancários de Niterói, que fica à Rua Maestro Felício Toledo, 495 - sobreloja, centro de Niterói.

"Não vamos aceitar apenas 8%. Queremos ganhar um índice real maior e vamos à luta em busca disso. Já adiantamos ao patronal que não aceitaremos essa nova proposta. O SVNIT trabalha com muita seriedade na condução das negociações. Em momento algum vendemos ou barganhamos nossa categoria, muito menos, tentamos enganá-la. Damos visibilidade à todas as nossas ações. A transparência é fundamental para que os vigilantes possam se informar sobre o que acontece nas mesas de negociações. Por isso, publicamos todas as atas das reuniões onde foram apresentados os índices de reajustes. Isso é trabalho sério", assegura Cláudio Vigilante, presidente do SVNIT.

Imprensa Sindical RJ - wmcnoticias@gmail.com



terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região têm nova proposta dos patrões

Pauta apresentada pelos patrões
Na última mesa de negociação realizada entre o Sindicato Patronal e os Sindicato dos Vigilantes no dia 23/02, os representantes dos trabalhadores recusaram a proposta anterior que oferecia 6,85% de reajuste no salário e 25% no tíquete refeição. Diante da negativa dos trabalhadores, travou-se um debate árduo com os patrões até surgir uma nova proposta: 8% de aumento salarial e 25% no tíquete que subiria para R$ 16,25/dia.

“A categoria necessita de um ganho efetivo no seu salário. Temos que ter um ganho real além da inflação. Diante dessa nova proposta, o Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região, vai levar para assembleia com a categoria analisar e votar se aceita ou não”, disse Paulo Henrique, vice-presidente do SVNIT, que participou da reunião.

Os diretores do SVNIT, Robson Couto e Jorge também acompanharam a reunião. Outros Sindicatos também participaram da mesa de negociação como Petrópolis e região, representado pelo presidente Adriano Linhares, Duque de Caxias, presidente Carlos Gil, Mesquita, Aquino, e Sindesverj, por Renê.

A diretoria do Sindicato SVNIT quer discutir ainda o plano de Saúde e já adiantou que não vai aceitar a criação da função do homem horista.

Para Claudio Vigilante, presidente do Sindicato SVNIT, a categoria em Niterói e região precisa participar das assembleias para se orientar em relação aos acontecimentos e andamentos das negociações.

O SVNIT, portanto, convoca toda categoria para Assembleia Geral de Campanha Salarial a se realizar no dia 27 de fevereiro, às 19 horas, na sede do Sindicato dos Bancários de Niterói, que fica a Rua Maestro Felício Toledo, 495 – Sobreloja, no auditório da entidade.


O SVNIT lembra que esta assembleia tomará decisões sobre os rumos da campanha salarial 2015, além de votar a nova proposta apresentada pelos patrões.

Imprensa Sindical RJ - wmcnoticias@gmail.com