segunda-feira, 30 de março de 2015

Vigilantes do Poupa Tempo, em São Gonçalo, também param por falta de salários

Vigilantes da empresa de segurança Facility paralisaram as atividades no posto do Poupa Tempo, em São Gonçalo, para exigir o pagamento do salário de fevereiro, tíquetes refeição e vales transportes que estão em atrasos. O SVNIT - Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região coordena a paralisação junto aos trabalhadores. O contratante do serviço é o Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Cláudio Vigilante, presidente do SVNIT, criticou a postura das empresas na região.

“Os vigilantes não são escravos e a responsabilidade é da empresa e do governo do Estado que não cumprem com as suas obrigações. O Estado tem o dever de pagar as faturas e fiscalizar se as empresas estão pagando os seus colaboradores. Mas, de uma coisa eu tenho certeza, o governador está recebendo o seu salário em dia”, disse.

Outra paralisação também acontece na região pelos mesmos motivos. Os vigilantes do IML – Instituto Médico Legal de Niterói e São Gonçalo estão parados há 15 dias com o apoio do Sindicato.

Willian Chaves - Assessoria de Imprensa Sindical RJ - wmcnoticias@gmail.com


A partir do dia 1º, empregador terá de pedir seguro-desemprego pela internet


Para tornar mais rápido o atendimento ao pedido e dar maior segurança às informações sobre os trabalhadores, o Ministério do Trabalho e Emprego determinou que as empresas passem a preencher o requerimento do seguro-desemprego de seus empregados pela internet. A medida começa a valer na próxima quarta-feira (1º), de acordo com resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador.


Os empregadores só poderão preencher o requerimento do seguro-desemprego e a comunicação de dispensa de trabalhadores por meio do aplicativo Empregado Web, disponível no Portal Mais Emprego, do ministério. A entrega dos formulários impressos, utilizados hoje, será aceita até 31 de março.

Segundo o ministério, o sistema dará maior rapidez à entrega do pedido, além de garantir a autenticidade dos dados, e possibilitará o cruzamento de informações sobre os trabalhadores em diversos órgãos, facilitando consultas necessárias para a liberação do seguro-desemprego.

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 27 de março de 2015

Calote do Estado e da VS Brasil deixa vigilantes sem salários e greve entra no 12º dia

Os vigilantes da empresa VS Brasil que prestam serviços Instituto Médico-Legal (IML) de Niterói e São Gonçalo permanecem em greve cobrando o pagamento de salários atrasados. A paralisação já dura 12 dias e não tem previsão para acabar. A empresa alega que está há seis meses sem receber as faturas do governo do Estado e não tem como efetuar os pagamentos dos trabalhadores. O salário de fevereiro, o tíquete alimentação e o vale-transporte estão atrasados. Há casos em que o vigilante já gozou o período de férias e também não recebeu os valores correspondentes a um salário e o terço de férias. O Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região (SVNIT) auxilia os trabalhadores na paralisação. A situação de alguns vigilantes é desesperadora quanto a falta de pagamento. Alguns se queixam de falta de condições para alimentar a família.

A greve, que teve início na segunda-feira (16), levou muitos manifestantes a protestarem em frente da sede do IML do Barreto. O problema não é apenas a falta do salário, mas também as condições de trabalho que são precárias, conforme denunciaram os vigilantes.

Em matéria publicada pelo jornal Extra desta sexta-feira (27), um levantamento feito no Sistema de Acompanhamento Financeiro do Estado (Siafem) aponta que a dívida do estado é de R$ 2,9 bilhões — sendo R$ 1 bilhão com restos a pagar do ano passado e R$ 1,9 bilhão com serviços já executados nos três primeiros meses deste ano, mas que ainda não foram pagos. O governo estima que a previsão do déficit de caixa até dezembro será de R$ 13,5 bilhões e anunciou uma série de medidas para tapar o buraco, como o uso de R$ 6,2 bilhões do Fundo de Depósito Judicial liberado pelo Tribunal de Justiça do Rio. A proposta que autoriza a utilização do recurso foi aprovada, nesta quinta-feira, na Assembleia Legislativa (Alerj).

Na área de segurança, segundo o jornal, por exemplo, faltam recursos até mesmo para a alimentação de presos. O governo pagou um pouco mais da metade dos R$ 27 milhões que deve a fornecedores. A inadimplência também tem prejudicado o atendimento nas delegacias. O pagamento às empresas de segurança afetam outros postos de trabalho como Detran, postos de vistorias etc.

O presidente do SVNIT, Cláudio José de Oliveira (Cláudio Vigilante), afirma que a postura do governo do Estado é irresponsável e prejudicial à classe trabalhadora, já que todos os gastos devem ser previstos no orçamento com receitas programadas.

“Não podemos aceitar que os trabalhadores paguem pela ineficiência da gestão do governo do estado. Muitos estão com problemas familiares, contas vencidas, luz sendo cortada, faltando comida na dispensa e, tenho a certeza que o governador e donos das empresas de segurança estão dormindo nas suas casas luxuosas com ar condicionado e servidos por uma boa comida. Não podemos aceitar essa inversão de valores. Quem trabalha tem que receber pelo serviço”, questiona Cláudio.

Cláudio Vigilante também condenou a falta de preparação da empresa.

“Sabemos que o momento que o país vive é de crise. No entanto, as empresas não se preocupam em se programar para eventualidades. Hora nenhuma os empresários pensam nos seus funcionários. Vamos manter a greve até que sejam regularizadas todas as pendências. O SVNIT dará todo apoio à paralisação e auxílio jurídico aos trabalhadores. Vamos ao Ministério Público do Trabalho denunciar a empresa e o Governo do Estado”, desabafa.

Em nota, o governador Luiz Fernando Pezão informou que o estado tem feito todos os esforços para regularizar a situação com seus fornecedores. Ele diz que em breve os prestadores de serviço terão uma definição mais clara sobre o cronograma de quitação dos débitos. “Os atuais débitos com seus fornecedores refletem uma situação econômica extremamente difícil para o país e, especialmente, para o estado”, informou Pezão, na nota. Ainda segundo o texto, a queda nos preços do barril do petróleo, a desaceleração do crescimento e a crise da Petrobras estão afetando as finanças do estado.

Willian Chaves - Imprensa Sindical - wmcnoticias@gmail.com

sexta-feira, 20 de março de 2015

Caixa confirma orientação de assentos para vigilantes nas agências bancárias. Vigilantes devem denunciar ao Sindicato onde a norma não for cumprida

A Caixa Econômica Federal (CEF) confirmou nesta quarta-feira (18) a orientação para que sejam disponibilizadas em todas as agências assentos para os vigilantes que trabalham em pé. A decisão cumpre a nota técnica 060 de 2001 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que dispõe sobre a postura a ser adotada na concepção dos postos de trabalho.

A Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e vários sindicatos do país já vêm lutando para garantir que agências de todo o país, além de outros setores, disponibilizem assentos para vigilantes. Isto por entender que é preciso buscar melhores condições de trabalho, prezando também pela saúde do trabalhador. Prova disso é que as Convenções Coletivas de Trabalho (CCT) da Bahia e Minas Gerais já contemplam este assunto.

“Trabalhar por muito tempo em pé é prejudicial e pode ocasionar diversos problemas de saúde. A CNTV nunca medirá esforços para garantir que os vigilantes tenham condições dignas de trabalho e que sua saúde seja respeitada”, comentou o presidente da entidade, José Boaventura.

A CNTV orienta que os vigilantes que prestam serviço para agências bancárias e não possuem assento procurem o sindicato. Telefone: (21) 3607-3070. Email: sindicatosvnit@r7.com

Anti-calote na Caixa já é realidade

A CNTV também cobrou da CEF a aplicação de medidas anti-calote previstas na Instrução Normativa (IN) nº 6, de dezembro de 2013, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). A IN em questão prevê a retenção de valores referentes a férias, 13º salário e verbas rescisórias da contratada e depósito em conta vinculada até que seja comprovado, no ato de demissão do empregado, o pagamento de todos estes direitos.

A CEF informou que estas medidas já estão sendo adotadas em mais de 50% dos contratos e que o número tende a aumentar. “Esta tem sido uma importante questão para a categoria. na Caixa, há o agravante do volume alto de trabalhadores que já foram vítimas de calote. A medida é eficaz e vamos continuar cobrando para que seja adotada em todo o país”, garantiu Boaventura.

Representaram a CNTV o presidente da entidade, José Boaventura, o secretário geral, Cláudio José, e o presidente da Federação Interestadual dos Vigilantes (Fevig), Moisés Alves da Consolação.


Fonte: CNTV

quarta-feira, 18 de março de 2015

Vigilantes do IML de Niterói param por tempo indeterminado

Ainda sem acordo, vigilantes do Instituto Médico-Legal (IML) de Niterói e São Gonçalo  permanecem em greve por tempo indeterminado. Segundo representantes da categoria, o salário de fevereiro, o tíquete alimentação e o vale-transporte estão atrasados há 11 dias. Os pagamentos deveriam ter sido feitos no quinto dia útil de março. De acordo com o diretor do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e Regiões (Svnit), Eduardo José de Carvalho, 100% dos vigilantes das duas regiões aderiram a greve. Ele afirma, ainda, que não houve repasse de verba do Governo do Estado para a empresa VS Brasil.
"Entramos em contato com eles [governo] e disseram que a nossa situação será normalizada, mas que no momento não tem previsão de quando o dinheiro será depositado na nossa conta", disse.
A greve, que teve início na segunda-feira (16), levou muitos manifestantes a protestarem em frente da sede do IML do Barreto. Um grupo de vigilantes de São Gonçalo compareceu e se uniu ao protesto. Com cartazes e palavras de ordem, eles pediam aumento salarial e respeito pelos direitos dos funcionários. Policiais Militares estiveram no local para evitar algum transtorno
O vigilante Fábio José de Freitas, de 37 anos, ressaltou que, além da falta de pagamento de salários, as condições de trabalho são precárias.
"Passamos por muitas situações desconfortáveis. Todos os vigilantes se juntaram para comprar geladeira, microondas e ar-condicionado para o espaço de trabalho. A empresa não nos fornece nada. Se não agirmos e tentarmos criar um ambiente melhor passaremos por poucas e boas", avalia.
Ainda segundo Fábio, alguns vigilantes já estão sentindo os efeitos da falta de pagamento. Muitos estão com dificuldade de pagar as contas.
"É uma falta de respeito com o trabalhador. Estamos tendo esse problema de forma constante. Todo mês acontece isso. O governo não repassa a verba para a empresa e acaba nos prejudicando diretamente“.
Impacto – Por meio de nota, a Secretaria de Fazenda informou que as finanças fluminenses estão sofrendo forte impacto dos preços do petróleo, da crise da Petrobras e da desaceleração do crescimento econômico do país. Além disso, a nota acrescenta que a Secretaria de Fazenda e o Governo do Estado estão trabalhando com o objetivo de minimizar esses impactos e garantir os pagamentos aos fornecedores.
Rio - Em São Cristóvão, os funcionários da limpeza do IML também estão em greve. O motivo, segundo a empresa Space 2000, é a falta do salário de fevereiro e o tíquete alimentação que deveriam ser depositados até o último dia 10.
A Secretaria de Fazenda informou que os pagamentos pendentes da empresa Space 2000 serão incluídos na programação financeira de acordo com o fluxo de caixa e deverão ser efetuados em breve.

O Fluminense

segunda-feira, 16 de março de 2015

Vigilantes do RJ conquistam segundo maior índice salarial do país e SVNIT prova que está ao lado do vigilante

Ficou provado mais uma vez que o SVNIT conduziu muito bem as negociações salariais deste ano. Ao lado dos Sindicatos de Petrópolis e Duque de Caxias, o SVNIT engrossou as negociações com os patrões e arrancou um novo reajuste para a categoria de 9% no salário e 27% no tíquete. O SVNIT foi o primeiro a assinar a convenção coletiva e mostrou que estava no caminho certo, tanto que o próprio sindicato do município do Rio elogiou os índices conquistas e classificou como avanço para a categoria. O Sindivig Rio assinou nesta segunda-feira (16) a CCT 2015-2016.

Veja o que o SindVig Rio postou em sua página que demonstra o acerto do SVNIT e da FEVIG: “Na avaliação dos sindicatos filiados à Federação dos Vigilantes do Rio, foi conseguido o segundo maior percentual do país em relação aos outros Estados da Federação, o que demonstra que a luta da categoria tem representado avanços. O piso da categoria está longe do merecido, mas hoje os 30% de periculosidade é uma realidade e graças a luta dos vigilantes do Estado do Rio de Janeiro que acreditaram nesta luta em 2008.”

Não somente as conquistas da campanha salarial deste ano demonstram a força que os vigilantes de Niterói e região tem exercido no cenário do Estado. O próprio adicional de periculosidade foi uma conquista encampada pelo SVNIT e, principalmente, pela CNTV – Confederação Nacional dos Vigilantes, entidade a qual o sindicato do município não é filiado. A periculosidade começou como um sonho da categoria e se tornou realidade graças ao empenho e dedicação dos sindicalistas ligados à CNTV. Um novo sonho nasce agora da mesma forma com a proposta do Piso Nacional dos Vigilantes. Esta campanha é puxada pela CNTV. No Rio de Janeiro, apenas os Sindicatos de Niterói, São Gonçalo e região, Petrópolis e região e Duque de Caxias lutam pela conquista do piso unificado.

É sempre bom alertar a categoria para os verdadeiros acontecimentos. A transparência na condução dos interesses dos vigilantes é essencial para alcançar os objetivos e honrar a confiança de cada trabalhador. Por isso, a campanha salarial de 2015 deixou claro de que lado o SVNIT se posiciona e pra quem realmente trabalha. Sem enganações e ilusões. Aqui é trabalho sério.

Conquistamos o segundo maior reajuste do país! Parabéns Vigilantes que confiam na direção do SVNIT! Parabéns SVNIT!!!

Veja as conquistas:

- Reajuste de 9% no piso e 27% no tíquete refeição. O vigilante passa a ganhar R$ 1.162,00 de piso salarial, R$ 16,50 de alimentação e R$ 348,59 de Periculosidade.

Outras conquistas foram:

*Diária de eventos de R$ 100,00 para R$ 120,00,

**Gratificação de motociclistas / motoristas de 20% estendido para quem pilota/dirige dentro posto (antes era pago apenas para quem pilotava/dirigia em via pública);

***Seguro de vida calculado sobre a remuneração do mês anterior ao sinistro (antes era calculado sobre o piso do vigilante apenas).


****O vigilante envolvido em assaltos agora terá que se afastar por 3 plantões (garantida a sua remuneração) para que receba tratamento psicológico na sede da empresa.

Baixa na contribuição Negocial e Confederativa de 2015

A diretoria do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e regiões, comunica a todos os Vigilantes que desde o dia 09/03/15 até o dia 20/03/15 já está recebendo as cartas para não ser descontadas as contribuições Negocial e Confederativa de 2015.
Descontos esses que foram aprovados na assembleia de campanha salarial de 2015/2016 por todos os Vigilantes que estiveram presentes.
Aproveitamos ainda para informar que os Vigilantes deverão observar o modelo da carta que se encontra na sede do Sindicato  que deverá ser reproduzida pelo próprio Vigilante em duas vias e de próprio punho e entregue no Sindicato até o dia 20/03/15.
Desde já agradecemos aos Vigilantes que já nos comunicaram que não apresentaram a referida carta porque entendem que o sindicato precisa dos recursos para poder estar no dia a dia da categoria passando informações, realizando paralizações e visitando as empresas que prejudicam os trabalhadores segundo declarações o Sindicato vem desenvolvendo um papel importante na nossa região em defesa dos Vigilantes.
Aos Vigilantes que decidirem entregar a carta para não descontar as contribuições Negocial e Confederativa, a direção do sindicato estará recebendo a carta sem nenhuma critica ou restrições desde que trabalhem comprovadamente na nossa base territorial.

Atenciosamente,

A diretoria do Sindicato SVNIT.

sábado, 14 de março de 2015

SVNIT recebe prêmio de "Melhor Entidade Sindical de 2014" entregue pelo Jornal O Povo de São Gonçalo

Numa noite de gala, nesta sexta-feira (13), na sede da CDL - Câmara de Dirigentes Lojistas de Niterói, o SVNIT - Sindicato dos Vigilantes de Niterói, São Gonçalo e região foi mais um dos homenageados como a melhor entidade sindical da região no ano de 2014 escolhido em votação promovida pelo Jornal O Povo de São Gonçalo que teve a participação de mais de 30 mil votantes. Entre os homenageados estiveram personalidades do ano, políticos, empresários, profissionais, funcionários públicos e empresas. O SVNIT foi escolhido com 51% dos votos onde concorreu com o Siticon - Sindicato da Construção Civil de São Gonçalo e o Sintronac - Sindicato dos Rodoviários de Niterói.

O prêmio foi recebido pelo presidente do SVNIT, Cláudio Vigilante.