segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

COMUNICADO DO SINDICATO SVNIT AOS VIGILANTES DA EMPRESA GP DE NITEROI E REGIÕES.



Em virtude da Empresa não ter efetuado o Pagamento da 2ª Parcela do décimo terceiro de alguns Vigilantes, a diretoria do Sindicato SVNIT manteve contato com o Srº. Confúcio Gerente da GP,   que, nos informou que por motivo de ter chovido muito em São Paulo o Banco Bradesco não conseguiu fazer a transmissão dos Valores da conta da Empresa para a dos vigilantes, mais que desde sexta feira o dinheiro estava disponível, e informou ainda que até o meio dia de hoje dia 22/12/2014 o Dinheiro estará na conta.

Mais uma vez o Sindicato Svnit fica ao lado da categoria da nossa região e mostra que juntos somos mais fortes.

Aproveitamos para informar mantivemos contato com a direção da empresa e informamos que não pode descontar do vigilante a periculosidade paga nas férias do ano de 2013, e se não houver devolução do valor descontado, no próximo pagamento vamos tomar as devidas providencias jurídicas, pedindo a devolução dos valores descontados e cobrando danos morais da empresa.

Solicitamos que os Vigilantes atingidos pelos descontos no Mês de Novembro de 2014, referente a devolução de periculosidade nas férias que entre no site do Sindicato www.svnit.org  e acesse o link fale conosco e informe o seu nome, matricula o nome da empresa e posto de serviço que Vamos preparar uma relação para entrarmos com uma ação coletiva pelo Sindicato SVNIT cobrando o que é de direito e devido para o Vigilante. 

A diretoria do  Sindicato Svnit.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Em Goiânia, CNTV e Sindicatos cobram providências do governo contra ataques a carros-fortes


Após audiência produtiva na Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça na segunda-feira (15), os diretores da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e representantes de Sindicatos participaram, nesta terça-feira (16), de uma reunião com o secretário de Segurança Pública do Goiás, Joaquim Mesquita, cobrando providências contra os ataques a carros-fortes.

Diante da trágica morte de três vigilantes de transporte de valores em 1o de dezembro, durante o assalto aos carros-fortes na BR 153, entre os municípios de Morrinhos e Goiatuba (GO), os representantes dos trabalhadores têm buscado as autoridades competentes para que casos como este não voltem a acontecer.

Durante a reunião, o secretário de Segurança Pública do Goiás, Joaquim Mesquita, declarou apoio e assumiu o compromisso de fortalecer a proposta de federalização das investigações de casos de ataques a carro-forte, que ficariam sob responsabilidade da Polícia Federal (PF). Segundo Mesquita, a PF possui a estrutura necessária para atuar no combate e investigação desses crimes.

Sobre a criação da comissão estadual de avaliação e acompanhamento do setor de segurança privada no Goiás, Mesquita informou que será realizada uma reunião, que já tem data marcada, com a presença das entidades que representam os bancos, as empresas de segurança, a CNTV, os Sindicatos dos Vigilantes e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). Nesta reunião, será definida a data de um seminário sobre segurança privada e a composição da comissão estadual.

Apesar do avanço quanto à criação da comissão especial, a empresa que empregava os três vigilantes mortos no assalto permanecem sem prestar assistência às famílias das vítimas. Não bastasse o sofrimento de perder o ente querido, os familiares estão sendo pressionados pela Federal a utilizar os serviços jurídicos do advogado da empresa.

Participaram da reunião o secretário Geral da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói, Cláudio José; o secretário de Assuntos de Transporte de Valores da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Alagoas, José Cícero Ferreira; o diretor da Confederação e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Goiânia, Márcio José Brito; o diretor da CNTV e vice-presidente do Sindicato dos Vigilantes do DF, Paulo Quadros; o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Transporte de Valores do Rio Grande do Norte (Sindforte/RN), Tertuliano Santiago; e o presidente do Sindicato dos Vigilantes do Entorno do DF (Sindesv-Ride), Santiago Nascimento. O assessor sindical da CNTV, Nelson Santos, e o assessor jurídico, Dr. Inocêncio Borges também contribuíram com a reunião.


Fonte: CNTV

VIGILANTES DE NITEROI E REGIÕES REAFIRMAM O APOIO A DIRETORIA DO SINDICATO SVNIT E TAMBÉM AO PISO NACIONAL.

Vários Vigilantes no dia 17/12/14 compareceram  ao Sindicato SVNIT  e  reafirmaram o apoio ao trabalho que a diretoria  do Sindicato vem desenvolvendo em Prol da nossa categoria e por estar na luta pelo Piso Nacional. 

Os companheiros se reuniram com a diretoria do sindicato ouviram do Presidente do Sindicato Claudio Vigilante como esta o andamento da discussão do Piso Nacional no congresso e ficaram satisfeito por ter um Sindicato serio que se envolve nas questões da categoria, ficaram satisfeito também por saber que tem mais 02 Sindicatos nesta luta, além do Sindicato de Niteroi e regiões tem ainda o Sindicato de Petrópolis e região e de Duque de Caxias.


Os Vigilantes aproveitam a reunião denunciaram a direção do Sindicato Svnit o que alguns desocupados vem fazendo nos Municípios de Niteroi e regiões tentando denegri a imagem do Presidente do Sindicato. 

Segundo os Vigilantes eles estão desesperados com o trabalho do Sindicato Svnit e do Presidente Claudio Vigilante que hoje além de ser presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niteroi e Regiões, também é Secretario Geral da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), e membro da CCASP em Brasília, onde representa a nossa categoria a Nível Nacional.  

Em vez desse grupo de desocupados sair de seu Município para visitar os postos do Sindicato de outra região,  deveriam ir aos postos do município deles e dizer para a categoria o que estão fazendo pelo Piso Nacional afirma os Vigilantes.

NOTA DA DIRETORIA DO SINDICATO SVNIT.
A diretoria do Sindicato agradece a confiança da categoria e essa tentativa de denegrir a imagem da direção do Sindicato Svnit  terá resposta, quando eles menos esperar.



quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Por mais proteção para vigilantes de carro-forte, CNTV e Sindicatos levam propostas ao Ministério da Justiça


Diretores da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e representantes de Sindicatos de Vigilantes participaram de audiência com a secretária nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça, Regina Miki, na tarde desta segunda-feira (15). Os dirigentes apresentaram propostas para proteger a vida dos trabalhadores de transporte de valores.

A morte de três companheiros durante ataque a comboio de carros-fortes em Goiás, no início de dezembro, entristeceu e assustou a categoria em todo o país. A tragédia revelou à mídia e à sociedade a insegurança e os riscos diários a que estão expostos os vigilantes.

Durante a audiência na Senasp, os representantes dos trabalhadores vigilantes entregaram à secretária Regina Miki propostas que, aplicadas, aumentarão a segurança dos trabalhadores na execução das atividades.

Para Miki, a sugestão de limitar os valores a serem transportados por via terrestre é plausível e viável, onde o Estado pode definir as regras. A própria secretária nacional de Segurança Pública assumiu o estranhamento por ainda não haver uma norma de delimitação da quantidade de dinheiro transportado.

Tendo em vista que a coibição do uso de armamento ilegal é de competência da União, que as quadrilhas ultrapassam os limites territoriais dos estados e que o dinheiro roubado patrocina o crime organizado, a CNTV propôs à Senasp, também, que a Polícia Federal (PF) assuma as ações preventivas, a investigação e o combate aos ataques a carro-forte. Nesse sentido, Regina Miki declarou que se trata de uma questão complexa, pois altera a rotina de atividades da PF.

Para o presidente da CNTV, José Boaventura, a audiência na Secretaria Nacional de Segurança Pública foi positiva, uma vez que as entidades que representam os trabalhadores estão sendo ouvidas e se mantém na luta para preservar a memória dos vigilantes que já perderam a vida no desempenho da profissão.

“Não somente estamos lamentando, mas seremos fiéis à memória dos companheiros que
perderam a vida no trágico ataque em Goiás. A morte dos três colegas vigilantes não vai ficar em branco. Vamos continuar buscando medidas para proteger a vida dos vigilantes que precisam ter a garantia de retornar para casa depois do trabalho”, afirma Boaventura.

A CNTV solicitou a intervenção de Regina Miki para que as famílias das vítimas participem de uma audiência com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para expor as dificuldades que têm enfrentado.

A diretoria da CNTV, juntamente com os Sindicatos dos Vigilantes de todo o país, tem buscado o diálogo com as autoridades competentes - como já fez em Goiânia, como o
secretário de Segurança Pública do Goiás - e cobra providências para que ataques não voltem a acontecer.

De acordo com um levantamento da CNTV, foram registrados 49 casos de ataques a carro-forte, oito mortes, 37 feridos e mais de 20 pessoas feitas reféns. Este é o resultado da discreta atuação do governo diante dos casos de assalto e, principalmente, da ausência de investimento dos empresários.

Participaram da audiência o presidente da CNTV, José Boaventura; o secretário Geral da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói, Cláudio José; o secretário de Assuntos de Transporte de Valores da Confederação e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Alagoas, José Cícero Ferreira; o diretor da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Goiânia, Márcio José Brito; o diretor da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Sergipe; e o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Transporte de Valores do Rio Grande do Norte (Sindforte/RN), Tertuliano Santiago.

Reunião em Goiânia

Os diretores da CNTV e dos Sindicatos dos Vigilantes participaram, na tarde desta terça-feira (16), de uma reunião na Secretaria de Segurança Pública do Estado de Goiás (SSP-GO). Os desdobramentos desta audiência você acompanha na edição n° 1186 do Boletim Eletrônico da CNTV.


Fonte: CNTV

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

VIGILANTES COMPARECEM AO SINDICATO SVNIT E DECLARAM APOIO AO PISO NACIONAL


 
VIGILANTES NA SEDE DO SINDICATO SVNIT, ISSO  É QUE ESTA DEIXANDO OS PELEGOS E DESOCUPADOS DESESPERADOS.
POR ISSO ESTÃO TENTANDO DENEGRIR A IMAGEM DO PRESIDENTE DO SINDICATO SVNIT CLAUDIO VIGILANTE.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Dirigentes da CNTV estão em Goiânia para apurar ataque a carro-forte que matou vigilantes

Diante da trágica morte de três vigilantes de transporte de valores na última segunda-feira (1o), durante o assalto aos carros-fortes na BR 153, entre os municípios de Morrinhos e Goiatuba (GO), o Sindicato dos Vigilantes de Goiânia, juntamente com representantes da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), buscaram as autoridades locais para evitar que novos ataques ocorram.

Na tarde da última sexta-feira (05), os diretores da CNTV e do Sindicato participaram de uma reunião com a titular da Delegacia de Investigações Criminais (DEIC), Adriana Ribeiro, que representou o secretário de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO), Joaquim Mesquita, que estava em um compromisso em Brasília.

Durante a reunião, os representantes dos trabalhadores reivindicaram maior atuação do Estado para garantir mais segurança aos profissionais de transporte de valores. Uma das sugestões dos dirigentes sindicais foi a criação de uma comissão estadual de avaliação e acompanhamento do setor de segurança privada no Goiás, para analisar e propor ações que visem a redução das ocorrências de assaltos e atos que coloquem a integridade dos trabalhadores em risco.

Para compor esta comissão, será necessária a participação de representantes da SSP-GO, da CNTV, do Sindicato dos Vigilantes de Goiânia, do Sindicato Patronal das Empresas de Segurança do Goiás, Federação Nacional das Empresas de Segurança (Fenavist), Febraban, Sindicato dos Bancários, Ministério Público do Trabalho e Polícia Federal.

Um ofício da CNTV contendo maiores detalhes da comissão será entregue ao secretário de Segurança Pública do Goiás para que prossiga com a abertura da mesa de discussão sobre segurança privada.
As reivindicações feitas à SSP-GO também foram expostas ao chefe de Inspeção de Trabalho da Delegacia Regional de Trabalho de Goiás (DRT-GO), Valdivino Vieira, na mesma tarde.

Contribuiu para as reuniões o diretor da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Goiânia, Márcio José Brito, o secretário de Assuntos de Transporte de Valores e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Alagoas, José Cícero Ferreira, o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Transporte de Valores do Rio Grande do Norte (Sindforte/RN), Tertuliano Santiago, o diretor da CNTV e do Sindicato dos Vigilantes do DF (Sindesv-DF), Paulo Quadros e o diretor do Sindesv-DF, Regivaldo Nascimento. O assessor sindical da CNTV, Nelson Santos, e o assessor jurídico, Dr. Inocêncio Borges também participaram das atividades.

Visita à família

Os diretores da CNTV que estão em Goiânia para acompanhar as negociações com as autoridades, visitaram nesta manhã (8) a família de um dos companheiros assassinados no assalto aos carros-fortes. A diretoria se colocou à disposição dos familiares para colaborar no que for necessário.

Os parentes da vítima informaram que irão entrar em contato com o Sindicato dos Vigilantes de Goiânia, solicitando apoio jurídico para resolver as questões legais. As outras duas famílias que perderam seus entes queridos também estão recebendo apoio e, em breve, haverá um encontro com os diretores da CNTV e do Sindicato.

A diretoria da CNTV permanecerá junto aos trabalhadores e à família e vai lutar para que tragédias como a ocorrida não voltem a acontecer.

Participaram do encontro de apoio à família o secretário Geral da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói, Cláudio José, o secretário de Assuntos de Transporte de Valores e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Alagoas, José Cícero Ferreira, o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Transporte de Valores do Rio Grande do Norte (Sindforte/RN), Tertuliano Santiago, o diretor da CNTV e presidente do Sindicato dos Vigilantes de Goiânia, Márcio José Brito.

A direção da CNTV, vai continuar junto nesta luta para que fatos como este não aconteça novamente, não vamos deixar cair no esquecimento, a prova disso e que já foi solicitada uma audiência com o Ministro da Justiça para que possamos apresentar as nossas reivindicações.


Fonte: CNTV

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Sindicatos planejam ações de comunicação de massa para 2015


Nem só de boletins, sites e redes sociais se faz a comunicação dos sindicatos com os trabalhadores. Para atingir um grande número de pessoas, para além das bases sindicais, e disputar audiência com os grandes veículos de comunicação do país, os assessores e dirigentes sindicais reunidos no Coletivo de Comunicação da CUT-RJ na quarta-feira (3/12) debateram possibilidades com o diretor da Televisão dos Trabalhadores (TVT), primeira e única emissora de TV concedida a uma entidade sindical, Valter Sanches.


Sanches apresentou o projeto da TVT e a intenção de ampliar a produção e veiculação por todo o país. A emissora, cuja geradora fica em Mogi das Cruzes e que conta com uma repetidora do sinal na capital paulista, já tem uma produtora em Brasília, que cobre a pressão dos movimentos sociais sobre os três poderes da República, e agora quer criar também um centro de produção no Rio. O mesmo acontece com a Rádio Brasil Atual, outra concessão do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, que pode ser ouvida na capital e no litoral paulista, e também conta com reportagens de Brasília. A previsão é que, com o apoio de sindicatos cutistas, a partir de fevereiro já contaremos com reportagens do Rio tanto para a TVT quanto para a Rádio Brasil Atual.

O Sindicato dos Vigilantes de Niterói e região esteve representando na reunião pelo Assessor de Comunicação, Willian Chaves.

Outras pautas

A reunião do Coletivo de Comunicação da CUT-RJ também serviu para a socialização das tarefas desenvolvidas pelos quatro grupos de trabalho criados na reunião anterior e da agenda da luta pela democratização da comunicação, que conta com atividades na próxima segunda (8/12), às 17h, nos Arcos da Lapa, e no próximo dia 13 (sábado) na Feira de São Cristóvão com o tema “Somos todos nordestinos”.

Os grupos de trabalho apresentaram o manifesto do coletivo em prol das reformas política e das comunicações, o projeto de criação de um programa híbrido de rádio e TV em parceria com a TV e a Rádio Petroleira, do Sindipetro-RJ, três cursos para o primeiro semestre de 2015 (novas mídia, economia e legislação) e o desenvolvimento da rede de comunicação online da CUT-RJ, a partir de grupos de e-mails, no Facebook e no WhatsApp.

Fonte: CUT-RJ

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Após forte mobilização dos Sindicatos e da CNTV, Vigilantes do Rio de Janeiro não pagam por certidões negativas

Cláudio Vigilante (SVNIT), Paulo Henrique (SVNIT), Carlos
Gil (Sind. Vig. Duque de Caxias) e Adriano Linhares (Sind. Petrópolis)
Os Sindicatos dos Vigilantes de Niterói, Petrópolis e de Duque de Caxias, com o apoio da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), estiveram buscando acabar com a cobrança das Certidões Criminais no RJ, que penalizava o vigilante com um custo de R$ 400, 00, além do pagamento da reciclagem.

Isto estava prejudicando muito os companheiros que estavam desempregados e buscavam voltar ao mercado de trabalho. Várias reuniões foram realizadas durante este ano; expedientes foram encaminhados para diversos setores, inclusive para o TJ/RJ; audiências foram marcadas na Assembleia legislativa do Rio de Janeiro com o Deputado Estadual GILBERTO PALMARES e o Diretor do Centro de Formação NCTC, que também estava buscando mecanismo para acabar com a cobrança e os valores absurdos das referidas taxas pelos cartórios. O deputado se comprometeu a ajudar a nossa categoria no RJ a acaba com essa cobrança absurda.

Toda esta mobilização foi para garantir o direito dos vigilantes de não pagar pelas certidões. Entendemos que precisamos cumprir a lei que determina que não podemos ter nenhum processo criminal para exercer a nossa profissão, mas o que não concordávamos é ter que pagar valores absurdos por ela.

O Jurídico da NCTEC, por meio da ABCFAV, entrou com uma Ação no Tribunal de Justiça e conseguiu reverter a situação, garantido ao trabalhador o direito à Gratuidade das Certidões Negativas do 1 ao 4º, 9º Oficio, mais Campos dos Goytacazes e Niterói, conforme estabelece a Alínea "b", inciso XXXIV, Artigo 5º da Constituição Federal.

Os Sindicatos do Rio de Janeiro, com o apoio da CNTV e a colaboração da equipe jurídica do NCTC, garantiram mais uma vitória em prol da nossa categoria.

Agora, para que o vigilante tenha acesso às certidões, basta ir à Central de Certidões do município e alegar Constituição Federal Artigo 5º, inciso XXXIV, na alínea “b”: são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas, a obtenção de certidões em repartições públicas, para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal. que os documentos são necessários para fins de trabalho, preencher um formulário e apresentar 4 vias da Carteira de identidade e do CPF.

Para o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Niterói e Secretário Geral da CNTV, Cláudio José, essa é uma grande vitória, pois a decisão da corregedoria impacta cerca de 45 mil vigilantes do Estado que reconquistaram um direito tirado pelos donos de cartórios.

“Parabenizo a todos os envolvidos nesta conquista, a essa união dos Sindicatos de Vigilantes de Niterói e regiões, Petrópolis e regiões, de Duque de Caxias, da CNTV, do Curso de formação NCTC e da ABCFAV, mostraram que, quando nos unimos pelo bem da categoria conquistas acontecem”, concluiu Cláudio.


Fonte: CNTV

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Conferência Nacional dos Vigilantes: Luta contra caloteiros é dos vigilantes e de todos os terceirizados


É urgente a necessidade de aprovar medidas anticalote. A avaliação é do Deputado Distrital e diretor da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), Chico Vigilante
(PT-DF), da Deputada Federal Erika Kokay (PT-DF) e do Deputado Federal Nelson Pelegrino (PT-BA).

Ambos debateram o tema na 12ª Conferência Nacional dos Vigilantes. O evento ocorreu na quinta e sexta-feira (20 e 21), em Brasília, e reuniu vigilantes e lideranças sindicais de todo o país.

Mais uma vez, vigilantes foram convocados a buscar apoio de vereadores, deputados e senadores eleitos em sua região para a apresentação de um Projeto de Lei (PL) que garanta aos trabalhadores terceirizados o recebimento das verbas rescisórias caso a empresa feche as portas. Direitos como parcelas relativas à 13º salário, férias com 1/3, multa do FGTS (40%) e encargos sobre férias e 13º seriam depositados em conta bloqueada, garantindo que tudo seja devidamente quitado ao fim do contrato. Leis neste sentido já estão em vigor no Distrito Federal (DF) e na Bahia. Além disso, há a Instrução Normativa (IN) nº 3, de junho de 2014, que altera a IN nº 2, de 2008, estipulando que, já no edital, deverá constar a documentação de autorização para criação da conta bloqueada para depósito das verbas. A IN é válida para todos os terceirizados que prestam serviços a órgãos do governo federal.

Para aqueles que prestam serviço a órgãos do judiciário há a Resolução nº 183, de outubro de 2013, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O documento altera a publicação de janeiro do mesmo ano (nº169) e determina que “as rubricas de encargos trabalhistas (...) sejam deduzidas do pagamento do valor mensal devido às empresas contratadas para prestação de serviços, com previsão de mão de obra residente nas dependências de órgão jurisdicionado ao CNJ, e depositadas exclusivamente em banco público oficial”.
 
“Temos desafiado os vigilantes e sindicatos a levar o texto do PL, apresentado por mim na Câmara Legislativa do DF, aos seus Estados e Municípios. Este é um passo importante na luta pela garantia dos direitos dos trabalhadores”, avaliou Chico.

Para a deputada Federal Erika Kokay, problemas com o calote estão diretamente relacionados à terceirização desregrada. Segundo ela, o Projeto de Lei (PL) 4330/2004, de autoria do deputado Federal Sandro Mabel (PMDB-GO), promete piorar ainda mais a realidade vivida atualmente pelos terceirizados. “É um golpe muito grande contra os trabalhadores”, avaliou.

A nova formação do Congresso Nacional é um dos fatores que devem ser levados em consideração na luta contra o calote. “Tínhamos 84 deputados sindicalistas. Hoje são pouco mais de 40, contra mais de 200 ruralistas. Mais da metade da Câmara dos Deputados é de empresários. Os trabalhadores precisam se unir para garantir os direitos já conquistados e avançar ainda mais em suas pautas”, alertou.

Entre os PLs apensados ao 4330/2004 está o PL 6975/2006, de autoria do Deputado Federal Nelson Pelegrino. O texto, segundo o deputado, obriga as empresas prestadoras de serviços a manter conta bancária vinculada a cada contrato de prestação de serviços, com o fim específico de formar provisão para o pagamento de obrigações trabalhistas relativas a seus empregados.

“Estamos precisando de parlamentares que enfrentem os patrões, que militem e assumam o compromisso com a classe trabalhadora, para acabar de uma vez por todas com o calote. Não estamos pedindo favor nenhum! Queremos os direitos dos trabalhadores garantidos”, conclui Chico.


Fonte: CNTV

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Dieese aponta que vigilantes conquistaram reajustes reais nos salários nos últimos 10 anos

O Dieese levou aos conferencistas vigilantes da 12ª Conferência Nacional dos Vigilantes dados sobre a economia do país e números das últimas campanhas salariais. O técnico Tiago Oliveira apresentou comparativos sobre o crescimento da economia e os ganhos da categoria nos anos 2000.

Entre 2004 e 2008, o cenário externo bastante favorável, em um primeiro momento, e medidas de fortalecimento do mercado interno de consumo, adotadas posteriormente, em especial a valorização do salário mínimo e a expansão dos programas sociais favoreceram uma aceleração expressiva do crescimento do PIB brasileiro, que atingiu, no período, uma taxa média de 4,8%. A título de comparação, entre 1998 a 2003, a economia brasileira cresceu, em média, apenas 1,6%, enquanto que, no triênio 1995-1997, primeiros anos após a implementação do Plano Real, o crescimento médio do PIB foi de 3,3%.

“De 2004 pra cá tivemos uma disparidade muito grande e isso tudo tem a ver com a conjuntura econômica. Foi nesse período que o poder de compra dos trabalhadores aumentou e também as negociações coletivas tiveram ganhos reais acima da inflação. Nos últimos 10 anos, os vigilantes de todos os estados obtiveram ganhos reais de salários, alguns com ganhos expressivos, que significou um grande saldo positivo. Hoje, Brasília tem o maior piso da categoria e Alagoas o menor”, disse Tiago Oliveira.
No entanto, em 200, os impactos da crise da economia internacional alteraram decisivamente para uma contração na economia brasileira. Porém, uma adoção de medidas do governo brasileiro garantiu a manutenção dos empregos e uma recuperação do PIB em 2010, apresentando um crescimento de 7,5%.

Sobre os salários, no primeiro semestre de 2014, 93,2% das categorias que passaram por processos de negociação coletiva conquistaram reajustes reais de salários. Este foi um dos melhores resultados dos últimos sete anos.

O constante processo de valorização dos pisos salariais dos vigilantes patrimoniais provocou uma diminuição da amplitude salarial observada entre os Estados. Em 2004, a diferença entre o maior e menor piso era de aproximadamente 2,7 vezes, ao passo que, em 2014, tal diferença se reduziu para cerca de duas vezes.

Entre 2013 e 2014, todos os casos analisados registraram ganhos reais de salário, com a única exceção de São Paulo. Nesse sentido, os maiores destaques ficaram por conta dos estados de Tocantins (4,93%), Alagoas (4,21%), Rio Grande do Sul (3,11%), Mato Grosso do Sul (2,48%) e Rio de Janeiro (2,48%).

No entanto, o cenário para o futuro não se mostra tão promissor. Baixas taxas de crescimento, inflação perto limite da meta e outras conjecturas podem influenciar nas negociações coletivas.

“Em 2015, a necessidade de que os avanços obtidos nos últimos anos continuem, provavelmente colidirá com um cenário econômico mais adverso, o que exigirá das entidades sindicais um melhor planejamento e, especialmente, maior capacidade de mobilização dos trabalhadores, sob pena dos resultados positivos dos últimos anos não se repetirem”, afirma Tiago. 

Willian Chaves - wmcnoticias@gmail.com